DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
“Investimentos do Estado geram progresso e protagonismo para Cáceres”, afirma prefeita
Prefeita afirmou que, com o desenvolvimento da região, diversas empresas já demonstraram interesse em se instalar na cidade
Economia
Os investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso no município de Cáceres (a 220 km de Cuiabá) contribuem com o desenvolvimento econômico da região e despertam a certeza de um futuro protagonismo na economia mato-grossense. A afirmação é da prefeita do município, Eliene Liberato.
“Não temos dúvidas de que o governador Mauro Mendes seguirá realizando importantes obras neste segundo mandato, e continuará nos ajudando, como tem nos ajudado até agora”, observou.
Sob a gestão Mauro Mendes, o município passou a receber diversos investimentos, destinados à reforma de unidades escolares, implantação de asfaltos e a conclusão da instalação da Zona de Processamento de Exportações (ZPE), por exemplo.
“As melhorias realizadas pelo Estado na MT-343, que liga o município até Tangará da Serra, são importantes para a nossa região, porque possibilitam um caminho para o escoamento, agregando valor à nossa produção agropecuária”, destacou Eliene.
A prefeita também ressaltou a perspectiva de que a ZPE gere ainda mais progresso ao município, levando-o a atingir um protagonismo no Estado. Segundo ela, a Zona de Processamento de Exportações surge como um forte distrito industrial qualificado, com a realização de obras de anel viário e do aeroporto da cidade, que já teve o projeto aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil. As obras, que contam com apoio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística, já estão em processo de licitação.
Eliene ainda acrescentou que, com o desenvolvimento da região, diversas empresas já demonstraram interesse em se instalar na cidade, o que a faz vislumbrar a verticalização da produção pecuária do município e o fortalecimento econômico da cidade pantaneira.
“Para o setor do turismo, no qual já somos fortes, esses investimentos são fundamentais. Mas a melhoria da logística na cidade tem tudo para incrementar a verticalização da produção e melhorar as condições de toda a região”, observou.
Zona de Processamento de Exportações
As ZPEs são áreas de livre comércio com o exterior, destinadas à instalação de empresas voltadas para a produção de bens a serem exportados.
A ZPE de Cáceres, que conta com uma área aproximada de 240 hectares, foi criada por meio de decreto presidencial em março de 1990, com a finalidade de reduzir desequilíbrios regionais, promover a difusão tecnológica e o desenvolvimento econômico, e aumentar a competitividade das exportações brasileiras. A obra, que ficou paralisada, foi reassumida na gestão Mauro Mendes, que precisou refazer o projeto para atender exigências legais.
Outros investimentos
Desde o início do primeiro mandato do governador Mauro Mendes, o município de Cáceres foi contemplado com mais de R$ 220 milhões, em investimentos destinados à melhorias na infraestrutura, saúde, educação, segurança pública e ações sociais.
A obra na MT-343, citada pela prefeita, por exemplo, resultou no asfaltamento de 104 quilômetros de estrada em três trechos diferentes: Cáceres, Porto Estrela e Barra do Bugres; Vila Aparecida e Porto Estrela; e na região da Serra Piraputanga, com investimento total de R$ 73,9 milhões da Sinfra. Outros 7 km na mesma rodovia, entre Cáceres e Porto Estrela, também passaram por obras.
Na mesma rodovia, também foram entregues duas pontes sobre os Córregos Taquaral e Taquaralzinho, enquanto outras duas pontes sobre o Rio Cachoeirinha e Córrego Figueirinha estão em construção. As pontes tiveram um investimento de R$ 5,8 milhões.
Outra importante obra de infraestrutura na região foi a manutenção de 99 quilômetros de asfalto na MT-170, entre a BR-174 em Caramujo e Salto do Céu. Para esta obra, o Estado investiu mais de R$ 11 milhões.
Na área da saúde, foram investidos R$ 5 milhões para garantir a ampliação de 20 leitos de enfermaria e 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Regional de Cáceres, e, outros R$ 4,7 milhões para a compra de equipamentos e mobílias para o hospital, e a modernização do Escritório Regional de Cáceres.
Outros investimentos ainda perpassam R$ 19,5 milhões para a educação do município, dos quais R$ 15 milhões foram para a construção da Escola Técnica Estadual, que tem a capacidade para receber 1,5 mil alunos nos três turnos, e R$ 7,9 milhões para a ações sociais desenvolvidas pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania, dentre as quais destacam-se a transferência de renda para 4 mil famílias em situação de vulnerabilidade social em 2021 e 2022, devido a pandemia da covid-19, e a entrega de 13,8 mil cestas básicas.
Economia
Cesta básica ficou mais barata em 25 capitais em agosto
Em agosto, a cesta básica ficou mais barata em 25 das 27 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Levantamento é divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A cesta só ficou mais cara em duas capitais: Maceió, onde o custo médio da cesta subiu 1,43%, e em São Luís, com aumento médio de 0,78%.
De acordo com a pesquisa, as quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%).
No entanto, quando se faz a comparação anual com o mesmo mês do ano passado, o custo da cesta básica aumentou em 25 capitais brasileiras e diminuiu apenas em Brasília (-0,64%) e Palmas (-0,27%), com as altas mais expressivas observadas em Goiânia (7,51%), Cuiabá (6,42%) e Vitória (6,26%).
Um dos principais produtos responsáveis pela queda no custo da cesta no mês passado foi a batata, que caiu em todas as cidades do centro-sul do país. Também houve queda no preço médio do quilo do café em pó, que caiu em 23 capitais brasileiras. O tomate e o feijão foram outros componentes da cesta que apresentaram queda de preços em agosto. Por outro lado, o pão francês, o óleo de soja, o leite integral e o arroz agulhinha apresentaram aumento de preços na maior parte das capitais analisadas no mês de agosto.
Cesta mais cara do país
Em agosto, a capital paulista continuou a apresentar a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 900,59, seguida por Cuiabá (R$ 851,57), Rio de Janeiro (R$ 851,19) e Florianópolis (R$ 850,90). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente. Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 570,98), Natal (R$ 627,42), Maceió (R$ 627,45) e Salvador (R$ 628,89).
Dieese estimou que o salário-mínimo em junho deveria ser de R$ R$ 7.565,86 ou 4,67 vezes superior ao valor do salário-mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621,00.
Previsão teve como base a cesta mais cara do país, que em agosto foi a de São Paulo. Também foi levada em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.
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