POLÍTICA

“Minha luta parlamentar é por MT e seus habitantes”, diz Fábio Tardin

Fábio assinalou que deixou a presidência da Câmara de Várzea Grande com a sensação de missão cumprida, tendo em vista que conseguiu concretizar projetos fundamentais para o município e seus habitantes.

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Foto: Página Fábio Tardin Facebook

Na dinâmica de ações administrativas implementadas na Câmara de Várzea Grande e à frente da Mesa Diretora da Casa de Leis do município, o cidadão Fábio Tardin (PSB), eleito deputado estadual nas últimas eleições, inovou em vários aspectos. O trabalho parlamentar da Mesa Diretora que comandou em VG emplacou importantes projetos de cunho social e outros voltados a melhorias estruturais.

Já na Assembleia Legislativa, onde chegou agora de forma humilde, contabilizando 29.709 votos, o ex-presidente do Legislativo da Cidade Industrial pretende efetivar mais projetos que pensava lá atrás, época em que ainda sonhava em se eleger vereador. Gradualmente, Fábio implementou passos que o levaram a mais essa conquista pública, via voto popular.

– Cada gesto parlamentar, capaz de ajudar os meus conterrâneos, é reconfortante e impulsionador para trabalharmos de forma dobrada no âmbito político – explica o novo deputado estadual.

A estupenda votação obtida por Fábio Tardin em MT surpreendeu por estar muito além dos demais concorrentes locais ao Parlamento Estadual. Somente em VG, Fábio contabilizou 18.818 votos.

– Sei que foi uma votação expressiva, realmente uma premiação concedida pelos conterrâneos. Agradeço muito, e tudo farei para corresponder à confiança depositada em meu nome nas urnas – declarou.

Ele salientou ainda que sua eleição vem preencher uma lacuna de mais de 10 anos na ALMT, tempo em que o Parlamento Estadual deixou de ter um morador de Várzea Grande em seus quadros.

LABUTA PRECOCE

Fábio Tardin trabalha desde à infância. Na cidade natal, Juscimeira-MT, foi um menino conhecido e simpático, em virtude de tratar todos de forma agradável, trabalhando para auxiliar a mãe a equilibrar o apertado orçamento doméstico.

– Em casa, eu e meus irmãos dependíamos desse dinheirinho extra. Então, sem preguiça, saía vendendo rosquinhas pela cidade inteira, principalmente nos postos de combustíveis. Ali tinha clientela  cativa, além dos caminhoneiros em trânsito.

Deputado estadual Fábio Tardin (d) ao  lado do prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat – Divulgação: Página de Fábio Tardin Facebook

Ao mudar-se para Várzea Grande, já adolescente, a vida de Fábio Tardin também não foi fácil: para continuar auxiliando a família, ele trabalhou duro de sol a sol e noite adentro.

A profissão de gari, atividade que exerceu por oito anos, foi uma grande lição de vida, define:

– Na labuta do cata-tudo pelas ruas de VG, testemunhando o suor esforçado dos meus colegas, vi o quanto precisávamos ser mais justiçados, com melhorias salariais e outros dispositivos justos. Tal militância me galgou ao posto de liderança desses trabalhadores. Sempre os apoiei e continuarei apoiando na ALMT.

De líder dos garis a vereador {o quarto mais votado em Várzea Grande, em 2016}, foi um salto que surpreendeu até o próprio Fábio Tardin. Conseguiu se reeleger em 2020 e, por ser o parlamentar mais votado do município, tornou-se presidente da Casa de Leis local.

Deputado Fábio Tardin ao lado do senador Jayme Campos Divulgação: Página de Fábio Tardin Facebook

Para o novo deputado estadual, essa foi uma eleição disputada, sem dúvida, mas ele soube norteá-la com sensatez, evitando ataques aos demais adversários. Preferiu adotar postura notadamente amena, expondo propostas que considera viáveis ao seu futuro exercício parlamentar na ALMT.

– Qualquer disputa política deve ser democrática, sem agressões desnecessárias. Enfim, continuarei militando com o mesmo afinco na ALMT, consciente dos meus deveres perante a sociedade e das carências do Estado.

Governador Mauro Mendes (e) parabenizou o deputado estadual Fábio Tardin pela conquista parlamentar Divulgação: Página de Fábio Tardin Facebook

Fábio assinalou que deixou a presidência da Câmara de Várzea Grande com a sensação de missão cumprida, tendo em vista que conseguiu concretizar projetos fundamentais para o município e seus habitantes.

– Foram muitas demandas que enfrentamos no decorrer dos mandatos de vereador, mas sempre contando com o precioso apoio dos colegas da Câmara e do Executivo. Na qualidade de presidente, empenhei-me em apoiar tudo que fosse bom para VG e seus moradores.

Tardin ressaltou ainda que isso inclui projetos resolutivos que a população ansiava em ver o Executivo agilizando.

– Lutamos para torná-los realidade prática. Outra coisa: na gestão de dirigente da Mesa Diretora, lutei muito para instituirmos concurso público na Câmara de VG. Havia 28 anos que isso  não acontecia…

 

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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