"Antes do dia"
Salário dos servidores estaduais será pago nesta sexta-feira (23)
Com o pagamento do 13º e o salário de dezembro, em uma semana Governo injeta mais de R$ 1 bilhão na economia estadual.
Economia
O Governo do Estado paga nesta sexta-feira (23.12) os salários e proventos do mês de dezembro dos servidores públicos ativos, inativos e pensionistas. O pagamento será realizado dentro do prazo previsto no calendário divulgado no início do ano pelo governador Mauro Mendes.
“O pagamento dos salários dentro do mês trabalhado foi um compromisso cumprido pelo Governo de Mato Grosso nesses quatro anos e continuará sendo uma prioridade. Além de aquecer a economia do estado, o salário em dia é uma demonstração de valorização e respeito a todo funcionalismo público”, afirma o secretário de Fazenda em exercício, Fábio Pimenta.
A folha de pagamento líquida deste mês, segundo a Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual, da Secretaria de Fazenda, foi de R$ 702.808.063. Para os servidores ativos a folha liquida chega a R$ 505.589.567. Já os inativos e pensionistas vão receber R$ 197.218.496.
Com a liberação dos salários de dezembro e o pagamento do 13º salário na segunda-feira, (16), que atingiu R$ 299.355 milhões, em menos de uma semana o governo injeta de R$ 1,1 bilhão economia estadual.
Receberão salários e proventos cerca de 115 mil pessoas. As ordens de pagamento serão encaminhadas ao Banco do Brasil nesta quinta-feira (22).
“O Governo encerra mais um exercício mantendo o controle das contas públicas, o equilíbrio fiscal e a nota “A” na CAPAG, junto ao Tesouro Nacional. Vem cumprindo os compromissos assumidos com relação a RGA, que foi antecipada para janeiro, e manteve todos os seus pagamentos dentro das datas definidas, demonstrando respeito para com os servidores e os fornecedores”, destaca a secretária adjunta do Tesouro Estadual, Luciana Rosa.
Na sexta-feira todos os depósitos já terão sido processados pelo Banco do Brasil. Os valores estarão liberados tanto para quem tem contas no Banco do Brasil, como para aqueles que fizeram portabilidade a outros bancos.
Economia
INPC tem variação negativa em agosto e soma 3,98% em 12 meses
A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para a correção anual de salários, fechou agosto em -0,32%. No acumulado de 12 meses, o indicador marca 3,98%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Agosto teve a inflação mais baixa desde setembro de 2022 (também -0,32%).
Em julho passado, o INPC também tinha apresentado deflação (-0,01%), isto é, inflação negativa. Em agosto de 2025, o indicador ficou em -0,21%.
Em agosto, o grupo de produtos e serviços que mais puxou o índice para baixo foi o chamado habitação (-2,17% e impacto de -0,38 ponto percentual). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto na conta de luz que os consumidores receberam no mês passado.
Correção de salários
O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado como referência de cálculo para reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.
O salário mínimo, por exemplo, leva o dado de novembro no seu cálculo. O seguro-desemprego, o teto do INSS e o benefício de quem recebe acima do salário mínimo são reajustados com base no resultado do INPC acumulado até dezembro.
INPC x IPCA
O IBGE divulgou também nesta sexta-feira o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, que teve a menor taxa em quatro anos (-0,32%).
Uma diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de um até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de um até 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.621.
No INPC, são apurados preços de 367 produtos e serviços (os chamados subitens), dez a menos que no IPCA.
O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam cerca de 25% do índice, mais que no IPCA (aproximadamente 21%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Em perspectiva inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA.
De acordo com o IBGE, a apuração do INPC “tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com mais baixo rendimento”.
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