'Direito Garantido"
Gestão Emanuel Pinheiro paga 13º salário nesta terça-feira (20)
O chefe do Executivo também assegurou manter o pagamento da folha salarial dentro do mês trabalhado
Economia
O prefeito Emanuel Pinheiro anunciou, nesta segunda-feira (19), que o 13º salário dos servidores da Prefeitura de Cuiabá será pago nesta terça-feira (20). Com essa medida, o chefe do Executivo municipal reafirma seu compromisso de respeito a todos os direitos trabalhistas do funcionalismo público.
Emanuel afirmou também que, mais uma vez, já está garantido o pagamento da folha salário referente ao mês de dezembro, tanto dos servidores inativos (aposentados e pensionistas) quanto dos ativos. Esses valores estão planejados para serem quitados até o dia 31 de dezembro, dentro do mês trabalhado, como tem sido uma prática assídua da gestão.
“Somando os ativos e inativos, Cuiabá conta com cerca de 22 mil servidores que, na nossa gestão, jamais tiveram o desprazer de enfrentar atraso salarial. O salário é um direito sagrado do trabalhador e na nossa gestão não há negociação desse direito. Enquanto eu estiver como prefeito, o salário sempre será pago dentro mês trabalhado”, afirmou Pinheiro.
O prefeito destaca ainda que, desde 2020, os servidores efetivos (ativos e inativos) recebem o benefício do 13º salário em uma única parcela no mês de aniversário. “Esse foi um padrão que implantamos em benefício do servidor. Antes, esses servidores recebiam 50% do valor no aniversário e o restante em dezembro”, explicou.
ECONOMIA LOCAL
O prefeito Emanuel revelou também que, além da valorização ao servidor, esse trabalho planejado e com respeito ao orçamento permitirá que nas próximas semanas a economia cuiabana receba a injeção de cerca de R$ 112 milhões. O valor é oriundo da soma do 13ª salário (R$ 32 milhões) com a folha salarial (R$ 80 milhões).
“Em uma época festiva como essa, em que o comércio tem uma expectativa enorme de crescimento, a Prefeitura dá sua contribuição para aquecer e movimentar a economia local. Isso é importante para os empresários, para o Poder Público, e também para a própria população”, completou o gestor.
Economia
Cesta básica ficou mais barata em 25 capitais em agosto
Em agosto, a cesta básica ficou mais barata em 25 das 27 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Levantamento é divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A cesta só ficou mais cara em duas capitais: Maceió, onde o custo médio da cesta subiu 1,43%, e em São Luís, com aumento médio de 0,78%.
De acordo com a pesquisa, as quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%).
No entanto, quando se faz a comparação anual com o mesmo mês do ano passado, o custo da cesta básica aumentou em 25 capitais brasileiras e diminuiu apenas em Brasília (-0,64%) e Palmas (-0,27%), com as altas mais expressivas observadas em Goiânia (7,51%), Cuiabá (6,42%) e Vitória (6,26%).
Um dos principais produtos responsáveis pela queda no custo da cesta no mês passado foi a batata, que caiu em todas as cidades do centro-sul do país. Também houve queda no preço médio do quilo do café em pó, que caiu em 23 capitais brasileiras. O tomate e o feijão foram outros componentes da cesta que apresentaram queda de preços em agosto. Por outro lado, o pão francês, o óleo de soja, o leite integral e o arroz agulhinha apresentaram aumento de preços na maior parte das capitais analisadas no mês de agosto.
Cesta mais cara do país
Em agosto, a capital paulista continuou a apresentar a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 900,59, seguida por Cuiabá (R$ 851,57), Rio de Janeiro (R$ 851,19) e Florianópolis (R$ 850,90). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente. Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 570,98), Natal (R$ 627,42), Maceió (R$ 627,45) e Salvador (R$ 628,89).
Dieese estimou que o salário-mínimo em junho deveria ser de R$ R$ 7.565,86 ou 4,67 vezes superior ao valor do salário-mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621,00.
Previsão teve como base a cesta mais cara do país, que em agosto foi a de São Paulo. Também foi levada em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.
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