"Natal potencializado"

Governo de MT paga 13º salário dos servidores estaduais nesta segunda-feira (19)

O pagamento líquido soma R$ 273.760.950,00, sendo um total de R$ 170.083.651,00 para os servidores ativos e R$ 103.677.298,00 para os inativos e pensionistas.

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Foto: SEFAZ-MT
O Governo de Mato Grosso paga, nesta segunda-feira (19.12), o 13º salário dos servidores públicos ativos, inativos, aposentados e comissionados. Com exceção dos servidores comissionados, os demais vão receber 50% do valor do 13º, já que em junho receberam a primeira parcela. As ordens de pagamento foram encaminhadas ao Banco do Brasil para depósito nas contas, na sexta-feira (16.12) à tarde. 
O pagamento líquido soma R$ 273.760.950,00, sendo um total de R$ 170.083.651,00 para os servidores ativos e R$ 103.677.298,00 para os inativos e pensionistas. 
“O pagamento do 13º é mais um compromisso com os servidores que o Governo está cumprindo. O valor incrementa a renda dos servidores, além de aquecer a economia do estado na semana que antecede o Natal, quando há um aumento nas compras de fim de ano”, afirma o secretário de Fazenda em exercício, Fábio Pimenta.
Assim como em anos anteriores, o pagamento do 13º salário não inclui os servidores contratados temporariamente, cujos contratos vencem no próximo dia 31. Eles receberão no dia 10 de janeiro, por ocasião da rescisão dos contratos. Os holerites já foram gerados.
E na próxima sexta-feira (23.12) o Governo Estado deposita os salários de dezembro para todo o funcionalismo público.
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Cesta básica ficou mais barata em 25 capitais em agosto

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Em agosto, a cesta básica ficou mais barata em 25 das 27 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Levantamento é divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A cesta só ficou mais cara em duas capitais: Maceió, onde o custo médio da cesta subiu 1,43%, e em São Luís, com aumento médio de 0,78%.

De acordo com a pesquisa, as quedas mais importantes ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%).

No entanto, quando se faz a comparação anual com o mesmo mês do ano passado, o custo da cesta básica aumentou em 25 capitais brasileiras e diminuiu apenas em Brasília (-0,64%) e Palmas (-0,27%), com as altas mais expressivas observadas em Goiânia (7,51%), Cuiabá (6,42%) e Vitória (6,26%).

Um dos principais produtos responsáveis pela queda no custo da cesta no mês passado foi a batata, que caiu em todas as cidades do centro-sul do país. Também houve queda no preço médio do quilo do café em pó, que caiu em 23 capitais brasileiras. O tomate e o feijão foram outros componentes da cesta que apresentaram queda de preços em agosto. Por outro lado, o pão francês, o óleo de soja, o leite integral e o arroz agulhinha apresentaram aumento de preços na maior parte das capitais analisadas no mês de agosto.

Cesta mais cara do país

Em agosto, a capital paulista continuou a apresentar a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 900,59, seguida por Cuiabá (R$ 851,57), Rio de Janeiro (R$ 851,19) e Florianópolis (R$ 850,90). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente. Os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 570,98), Natal (R$ 627,42), Maceió (R$ 627,45) e Salvador (R$ 628,89).

Dieese estimou que o salário-mínimo em junho deveria ser de R$ R$ 7.565,86 ou 4,67 vezes superior ao valor do salário-mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621,00. 

Previsão teve como base a cesta mais cara do país, que em agosto foi a de São Paulo. Também foi levada em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.



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