"Resultado Positivo"

Feira da Agricultura Familiar movimentou mais de R$ 10 mil na primeira edição

Por meio da união entre as Prefeituras de Várzea Grande e de Nossa Senhora do Livramento, expositores das duas cidades puderam vender seus produtos sem qualquer tipo de custo.

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Economia

Foto: Secom-VG

Mais de R$ 10 mil foi o faturamento alcançado pelos 14 expositores que participaram da Feira da Agricultura Familiar, realizada no Paço Municipal Couto Magalhães, nea quinta-feira (15), numa parceria entre as Prefeituras de Várzea Grande e de Nossa Senhora do Livramento, por meio das suas Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável e de Cultura e Turismo, respectivamente.

Para o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Célio dos Santos, o resultado superou as expectativas. “Foi fantástico! Superou as expectativas. O faturamento foi muito bom! Realmente representa o potencial muito grande dessas feiras para absorver os produtos da agricultura familiar. Todos os produtores ficaram animados, então, foi muito positivo”, avaliou o gestor.

Segundo ele, a partir de 2023, a expectativa é desenvolver mais o projeto. “A ideia é realizar pelo menos uma vez por mês e ampliar as possibilidades de participação, diversificar ainda mais os produtos. Há uma cobrança por parte dos agricultores para que a gente mantenha essa ação”, afirmou, destacando que na própria feira foi abordado por outros pequenos produtores que têm interesse em aderir à feira.

Célio dos Santos destaca ainda que, além da parceria com o Município vizinho, a feira só foi possível devido ao apoio do prefeito Kalil Baracat e das demais secretarias, que ajudaram a organizar a estrutura. “Gostaria de agradecer ao prefeito, que é uma pessoa que acredita na agricultura familiar e que tem investido muito nisso. Agradeço também a todas as secretarias e aos nossos servidores que se empenharam em realizar este evento fantástico”, disse.

Jhonattan Ferreira, coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável do Município, afirma que a Feira da Agricultura Familiar é resultado de um ano de trabalho da Prefeitura junto às famílias do campo, por meio de cursos em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-MT), assistências técnicas, doações de mudas, insumos e disponibilização de maquinários e equipamentos, em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF).

“O fato desses produtores participarem da feira mostra o resultado do nosso trabalho. Eles ficaram muito felizes com o empenho da Prefeitura na organização desta feira e ficaram extremamente contentes com o público que foi visitá-los e que comprou. E, para nós, é muito gratificante ver os produtores contentes com essa organização da feira que a gente fez porque, com esse resultado, nós vamos atrair mais produtores, incentivá-los a produzir mais, alavancar os produtores e gerar mais renda para cada família”, pontuou Jhonattan.

Segundo o coordenador, na parceria entre os Municípios para promover a feira, a Prefeitura de Várzea Grande providenciou a estrutura da tenda, com iluminação, mesas, cadeiras, água e gelo, além da divulgação. Já a Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento trouxe as bancas utilizadas pelos expositores, que não tiveram que pagar qualquer tipo de taxa para utilizar o espaço. “Esse apoio veio de encontro com toda a assistência que a nossa Secretaria presta para esses produtores, fornecendo assim um ponto para que eles possam comercializar os seus produtos, gerando renda para essas famílias”.

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Aneel mantém bandeira tarifária verde em novembro

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Pelo segundo mês consecutivo, as contas de luz não terão cobrança de tarifa extra, informou nesta sexta-feira (30) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A manutenção da bandeira verde permanece em novembro devido às condições favoráveis de geração.

A bandeira tarifária verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela, que tem custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

“O aumento de chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas traz equilíbrio nos reservatórios. Nesse cenário, não haverá necessidade de maior acionamento de termelétricas, cujo custo é mais elevado”, esclareceu a agência reguladora.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.

Os valores cobrados são os seguintes: 

  • na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos; 
  • na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido. 
  • na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, e a tarifa sofre acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido. 



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