"Mutirão Fiscal"

Oportunidade para quitar dívidas com o Município está terminando

Integram o rol de débitos do Mutirão Fiscal de 2022, tributos como o IPTU, Alvará de Localização e Funcionamento e ISSQN vencidos até 31 de dezembro de 2021.

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Foto: Secom-VG

Está terminando o prazo para que os contribuintes de Várzea Grande aproveitem as condições especiais do Mutirão da Negociação Fiscal de 2022. O período, já sob prorrogação, se encerra no próximo dia 28. Integram o rol de débitos do Mutirão Fiscal de 2022, tributos como o IPTU, Alvará de Localização e Funcionamento e ISSQN vencidos até 31 de dezembro de 2021.

Como frisa o prefeito Kalil Baracat, as condições ofertadas, numa campanha como essa, são únicas. “É a chance que os contribuintes têm de se livrar de débitos, de renegociar passivos e evitar a inscrição em dívida ativa. Quem aderir ao Mutirão passa a estar em dia com o Fisco Municipal e apto a aproveitar os descontos de adimplência que Várzea Grande oferta para os vencimentos anuais do Alvará e do IPTU”.

A extensão do prazo, concedida pelo prefeito Kalil Baracat, a pedido da população, mantém as condições especiais do programa de renegociação que estava em vigor de 5 de outubro a 30 de novembro: 97% de descontos sobre juros e multas podendo, também, parcelar o saldo devedor em até 60 meses.

“Já temos todo um plano de ação para o exercício 2023. Temos obras para concluir, projetos para dar início. E como tem sido desde a minha posse, a maior parte é custeada com recursos próprios, ou seja, bancada pelo várzea-grandense que cumpre com suas obrigações fiscais. Nosso objetivo com o Mutirão Fiscal é recuperar receita. Hoje os contribuintes têm a certeza de que os recursos originados pelo pagamento de tributos retornam à sociedade”, concluiu o prefeito.

Até a virada do ano, a gestão Kalil Baracat entregará dois novos postos de saúde, a nova edificação do Centro Tecnológico da Educação, reforma e revitalização do ginásio ‘Jorge Mussa’ e as obras de pavimentação entre a Passagem da Conceição. “O ano não acabou. Venha nos ajudar a fazer uma Várzea Grande melhor para todos, pois os recursos serão destinados a obras que valorizam a cidade e seus imóveis, além de qualidade de vida às pessoas”, reforça Kalil.

COMO APROVEITAR – Além do atendimento on-line, os contribuintes podem se dirigir à sede da Prefeitura Municipal, à Administração Regional do Cristo Rei ou ainda, à Procuradoria Municipal, para aqueles credores com dívidas já judicializadas. “As condições oferecidas para a regularização são inéditas e uma das melhores propostas pelas prefeituras mato-grossenses”, assegura a secretária de Gestão Fazendária, Lucineia dos Santos.

Quem optar pelo atendimento virtual pode escolher entre os canais: site oficial de Várzea Grande, no endereço www.varzeagrande.mt.gov.br ou pelo celular através de WhatsApp no número 65 98459 8124. O telefone celular não recebe ligações.

“Com o atendimento on-line funcionando em sua plenitude, não temos mais aquelas cenas de filas, de morosidade para atender os contribuintes. É um ganho para os dois lados. Como a demanda via WhatsApp só cresce é sinal de que temos um canal consolidado e que nos aproxima e aproxima o contribuinte de nós”, completa Lucineia.

O atendimento on-line tem recebido diversas solicitações de simulações, parcelamentos, demonstrativos de débitos, boletins de cadastro imobiliário, certidões negativas, boletos e o próprio termo de parcelamento. Quem optar pelo atendimento via site institucional da prefeitura, pode acessar por meio do link: http://www.varzeagrande.mt.gov.br/parcelamentos.

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Dólar fica estável em R$ 5,08, mas cai 0,58% na semana

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O mercado financeiro encerrou a sexta-feira (24) dividido entre a cautela com as novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos e os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O dólar fechou praticamente estável frente ao real, e a bolsa caiu mais de 1,5%, pressionada pela queda no petróleo, que recuou em meio a expectativas de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã.

Principais números:

  • Dólar: R$ 5,081 (-0,06%), queda de 0,58% na semana;
  • Ibovespa: 174.041 pontos (-1,52), alta de 0,19% na semana;
  • Petróleo tipo Brent: US$ 96,78 por barril (-3,88%), alta de quase 10% na semana;
  • Petróleo tipo WTI: US$ 89,31 por barril (-3,12%), alta de 8% na semana.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o pregão praticamente sem variação, cotado a R$ 5,081, com queda de apenas 0,06%. A cotação abriu em R$ 5,09, chegou a cair para R$ 5,04 por volta das 12h, mas aproximou-se da estabilidade ao longo da tarde.

A moeda foi influenciada principalmente pelo cenário externo. Os investidores acompanharam a entrada em vigor das novas tarifas de 10% a 12,5% impostas pelos Estados Unidos a 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil, além das notícias sobre uma possível retomada das negociações entre Washington e Teerã, mediada pelo Paquistão com apoio da China.

O real voltou a apresentar desempenho superior ao de outras moedas emergentes na semana, beneficiado pelo fato de o Brasil ser exportador líquido de petróleo e pela elevada diferença entre juros domésticos e os juros nos Estados Unidos, que continua atraindo capitais financeiros.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, terminou praticamente estável.

Ibovespa recua

No mercado de ações, o Ibovespa caiu 1,52%, aos 174.041 pontos, encerrando o pregão na mínima do dia. Apesar da queda, o índice conseguiu acumular alta de 0,19% na semana.

A queda do petróleo levou investidores a venderem ações de petroleiras, para realizarem lucros (embolsarem ganhos recentes). Ações de mineradoras acompanharam o recuo do minério de ferro. Os grandes bancos também sofreram com a redução do fluxo estrangeiro para mercados emergentes.

Além do cenário internacional, o mercado monitorou as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Como o novo tarifaço vinha sendo anunciado nas últimas semanas, os investidores avaliam que a maior parte do impacto das medidas está refletido nas ações.

Petróleo recua

Depois de ultrapassar US$ 100 por barril na quinta-feira (23) pela primeira vez desde maio, o petróleo devolveu parte dos ganhos nesta sexta-feira.

O movimento foi provocado por informações de que a China iniciou uma articulação diplomática para reabrir as negociações entre Estados Unidos e Irã, com participação do Paquistão, elevando as expectativas de uma redução das tensões no Oriente Médio.

O barril do tipo Brent, referência para a Petrobras, fechou em US$ 96,78, queda de 3,88%. O petróleo WTI, do Texas, recuou 3,12%, para US$ 89,31.

Apesar da correção, o mercado segue atento aos riscos para a oferta global de petróleo. Os confrontos entre Estados Unidos e Irã continuam, o Estreito de Ormuz opera com tráfego reduzido e os ataques dos houthis no Mar Vermelho ainda representam ameaça às principais rotas marítimas de transporte de energia.

*Com informações da Reuters



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