"Perspectiva"

Max Russi garante maior atuação no social e fortalecimento de qualificação

Parlamentar quer maior participação nas decisões das políticas públicas sociais e elogia condução da primeira-dama Virginia Mendes.

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

O deputado Max Russi (PSB) garante participação ativa nas decisões das políticas públicas sociais, em Mato Grosso, nos próximos 4 anos. O parlamentar elogiou os trabalhos desenvolvidos pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), bem como a atuação da primeira-dama Virgínia Mendes. “Tem feito um trabalho incrível, mesmo com todas as dificuldades que tem enfrentado”, avalia.

Primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Max Russi assegura que a experiência agregada em sua trajetória política e empresarial ampliou seu campo de conhecimento na área social.

“Quando eu falo no social, eu falo que eu quero participar da decisão da política pública. Conheço como vereador, conheço como prefeito, conheço como empresário, conheço como deputado, conheço com secretário de Estado Assistência Social, como chefe da Casa Civil, ou seja, eu conheço, sei quanto que pode avançar, sei o quanto que precisa avançar. O social é uma área que eu gosto de me envolver, gosto de me fazer presente, ajudo muito em várias ações em Cuiabá, em várias regiões de Mato Grosso”, complementou.

Russi tem sido parceiro de primeira hora de Virginia e da atual secretária da Setasc, Rosamaria Carvalho nas ações de combate à vulnerabilidade. Além disso, o deputado foi um dos principiais articuladores da implementação do Ser Família Emergencial.

Esse programa de distribuição de renda concedido por meio de parceria com a Assembleia Legislativa, teve parte de seus investimentos aportados pela Casa de Leis, com recursos advindos do duodécimo.

O deputado Max Russi atribui a sensibilidade do Executivo e o olhar da primeira-dama como essenciais para que esse auxílio financeiro alcançasse o máximo de famílias em situação de pobreza, principalmente aquelas que não tenham sido contempladas por nenhuma rede de proteção social.

“São mais de 100 mil famílias passando por uma difícil situação, ainda mais com os efeitos ocasionados pela pandemia que tivemos. Trabalhar pelo social é algo que precisa da união entre todos os poderes e esse tem sido o diferencial”, avaliou.

Max também tem sido parceiro em diversos projetos voluntários, principalmente de abrangência estadual e na baixada cuiabana. Em Várzea Grande, por exemplo, o VG Mais Ação levou atendimento gratuito de serviços de cidadania, até mesmo distribuição e cestas básicas, contemplando mais de 25 mil pessoas.

Qualificação- Entusiasta da qualificação profissional, como ferramenta fundamental para a inserção no mercado de trabalho, o deputado Max Russi pretende fortalecer ações que incentivem a criação e cursos gratuitos e qualificação. O parlamentar foi o idealizador do Festival Cultural “Pelas Mãos Delas”.

O projeto, realizado por meio de uma emenda parlamentar e sob a coordenação da Organização Mundial Para a Educação Pré-Escolar (OMEP-MT), qualificou 700 mulheres de 7 municípios de Mato Grosso, 4 deles localizados na região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá, sendo eles: Acorizal, Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento e Santo Antônio de Leverger.

Já as cidades do entorno, que também foram beneficiadas são: Jangada, Poconé e Barão de Melgaço. Nos encontros acontecem ciclo de cursos, que envolvem confecção de bolos e artesanatos, oficinas, rodas de conversa e palestras, dentre outras atividades.

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Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

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Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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