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Drenagem pluvial tem papel fundamental em obras de pavimentação, avalia secretário de Obras

Novas pavimentações de ruas do bairro Jardim Alá em Várzea Grande estão em fase de drenagem. Secretário destaca papel das obras de drenagem pluvial na cidade.

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Foto: Secom-VG

A pavimentação nas ruas do bairro Jardim Alá, em Várzea Grande, está em fase de drenagem. Ao menos 25 ruas do bairro já receberam o serviço de medição, limpeza, instalação de rede de abastecimento de água e de escoamento de águas pluviais. As próximas etapas serão de compactação do solo, impressão de base e sub-base e posteriormente o pavimento asfáltico.

Lançada no final de julho deste ano, as obras integram o pacote de R$ 40,3 milhões de investimentos em infraestrutura em parceria com o Governo do Estado, Assembleia Legislativa, emendas federais e recursos próprios do Município. Ao todo, totalizam 06 quilômetros de ruas que deixarão de ser de terra e receberão meio-fio, pavimentação asfáltica e rede de abastecimento de água.

Sistema que passa despercebido pelos olhos da população, a rede de drenagem pluvial urbana que desempenha papel fundamental para o bom funcionamento da cidade, principalmente em períodos com grandes quantidades de chuvas, foi ressaltado pelo secretário de Viação, Obras e Urbanismo, Luiz Celso de Moraes.

“Ele minimiza os problemas, como enchentes e deslizamentos de encostas – causados pelo excesso no nível de circulação da água – é a principal função do sistema. Vale ressaltar que, além dos serviços de drenagem pluvial, o convênio citado contempla obras de terraplanagem, pavimentação asfáltica, construção de meio-fio e sarjeta”, detalhou Luiz Celso.

As ruas que estão recebendo as obras no bairro Jardim Alá são: da Glória, Marfim, Poxoréu, Barra do Garças, Dourados, Corumbá, Ladário, Rondonópolis, Oito, Torixoréu, Jacarandá, Pirapora, Primavera, Primavera 1, Primavera 2, Primavera 3, Travessa, Mirassol do Oeste, Rosário, Salto do Guaíra, Dezessete, Paulo Afonso, das Palmeiras, Sete Quedas e Chapada dos Guimarães.

“A meta do prefeito Kalil Baracat é que até o final de 2024, 250 km de novas ruas e avenidas que antes eram de chão batido, serão finalizadas com asfalto novo e 150 km de malha viária já existente será recuperada, mudando gradativamente a história de Várzea Grande”, acrescentou o secretário.

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Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

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Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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