"Mercado do esporte"

Copa do Mundo no Catar vai movimentar comércio de Mato Grosso

A pesquisa ainda levantou o momento de pretensão de compra, onde 57% dos que têm intenção comprar, buscarão realizar com antecedência, enquanto 43% deixarão para as datas próximas ao início da Copa do Mundo.

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Economia

Foto: Alexandre Schneider/Getty

O Instituto de Pesquisa e Análise Fecomércio-MT realizou, entre os dias 16 de outubro e 16 de novembro, a pesquisa “Intenção de compras para Copa do Mundo 2022”, que revelou que a expectativa para o período dos jogos no estado é de injetar R$ 300 milhões na economia nos mais diversos segmentos do comércio e serviços.

Para compreender melhor o comportamento de consumo para o evento esportivo que inicia neste final de semana, foi entrevistado 200 pessoas em 32 municípios do estado, onde se descobriu que pouco mais da metade dos mato-grossenses (51%) vão consumir produtos e serviços, com destaque para roupas e acessórios (69%), seguido de decoração (14%) e alimentação, que no domicílio compreende 13% dos respondentes e apenas 1% em bares e restaurantes.

A pesquisa ainda levantou o momento de pretensão de compra, onde 57% dos que têm intenção comprar, buscarão realizar com antecedência, enquanto 43% deixarão para as datas próximas ao início da Copa do Mundo.

“A pesquisa constatou que a intenção de compra em Mato Grosso é positiva e possibilita uma maior movimentação do comércio e serviços, impulsionando a economia e aumentando as expectativas para esses setores, já que o evento ocorre próximo das principais datas comemorativas de fim de ano, como a Black Friday”, destacou o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior.

Segundo análise do IPF-MT, é importante ressaltar uma participação considerável de TVs para a data, de 3%, o que pode estar associada à intenção de compras na Black Friday.

As formas de pagamento mais citadas pelos entrevistados que afirmaram ter intenção de comprar foram o cartão de crédito (48%), dinheiro (25%), cartão de débito (17%), Pix (9%) e, por último, boleto (1%).
Entre os que não irão comprar, 69% disseram que não consumirão por condições financeiras, 27% declararam que não comemoram o evento e 4% declararam não ter disponibilidade de tempo.

Wenceslau Júnior ressalta a importância que os brasileiros dão para os jogos da Copa do Mundo. “É um evento muito celebrado em todo país, o que possibilita um engajamento na hora das compras dedicadas à festividade, como a busca por roupas e acessórios, além do segmento A e B – alimentos e bebidas, para serem consumidos em casa, com família e amigos, ou nos estabelecimentos comerciais”.

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Aneel mantém bandeira tarifária verde em novembro

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Pelo segundo mês consecutivo, as contas de luz não terão cobrança de tarifa extra, informou nesta sexta-feira (30) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A manutenção da bandeira verde permanece em novembro devido às condições favoráveis de geração.

A bandeira tarifária verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela, que tem custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

“O aumento de chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas traz equilíbrio nos reservatórios. Nesse cenário, não haverá necessidade de maior acionamento de termelétricas, cujo custo é mais elevado”, esclareceu a agência reguladora.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.

Os valores cobrados são os seguintes: 

  • na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos; 
  • na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido. 
  • na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, e a tarifa sofre acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido. 



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