"Valorização"

Secretaria é parceira da 4º edição do Festival de Agricultura Urbana que ocorre neste final de semana

Serão comercializados diversos tipos de mudas e hortaliças, com valores acessíveis, a partir de R$ 2,50. Alface, Cheiro Verde, Peixinho da Horta, Pimentas, são alguns dos produtos oferecidos, além de derivados de flores ornamentais. 

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Economia

Foto: Davi Valle/Prefeitura-Cuiabá

A Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (SMATED), é parceira da quarta edição do Festival de Agricultura Urbana, que ocorre sábado (19) e domingo (20), a partir das 7h, no Mercado Varejista Antônio Moisés Nadaf, popularmente conhecido como a Feira do Porto, na capital. 

Serão comercializados diversos tipos de mudas e hortaliças, com valores acessíveis, a partir de R$ 2,50. Alface, Cheiro Verde, Peixinho da Horta, Pimentas, são alguns dos produtos oferecidos, além de derivados de flores ornamentais. 

O titular da SMATED, Francisco Vuolo, reforçou o chamamento à população para que prestigiem o evento. “Tudo muito bem organizado, com mudas de primeira qualidade. Uma oportunidade para fomentar as vendas dos comerciantes durante o fim de semana e ainda levar para casa, espécies de cultivo doméstico. A Prefeitura de Cuiabá é parceira e vamos estar aqui, apoiando e dando todo suporte necessário. A população, com certeza, é o nosso ilustre convidado. Aguardamos todos vocês”, disse. 

O presidente do polo comercial, Jorge Antônio Lemes, salientou a importância do patrimônio cultural e gastronômico para a cidade. “É uma oportunidade de aumentar nossas vendas, fazer com que as pessoas venham até feira e conheçam nosso trabalho. Vamos estar aqui nesses dois dias, a todo vapor, com um amplo estoque para atender toda a sociedade”, acrescentou. 

Para maiores informações, basta entrar em contato pelos telefones: (65) 99363-8180 – Júnior e (65) 99362-1819 – Carla. 

Serviço

Assunto: 4º Festival de Agricultura Urbana

Data: Sábado (19) e domingo (20)

Horário: das 07h às 18h e das 07h às 13h

Local: Av. Oito de Abril – Porto  Loja Agro Mudas. 

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Economia

Brasileiros retiram R$ 10,5 bilhões da poupança em agosto

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O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em agosto deste ano, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 10,5 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Banco Central (BC).

No mês passado, foram aplicados R$ 357,7 bilhões, contra saques de R$ 368,2 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,5 bilhões. O saldo da poupança é pouco mais de R$ 1 trilhão.

É o terceiro mês seguido de saques líquidos na poupança. Em 2026, apenas em maio houve mais depósitos que retiradas. Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas foram de R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. No ano passado, o saldo negativo da poupança chegou a R$ 85,6 bilhões.

Até agosto, a caderneta já acumula R$ 57,1 bilhões em retiradas líquidas. Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, a taxa está em 14% ano.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião de março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta a queda da taxa.

A Selic é o principal instrumento do BC para garantir que a meta de 3% (com tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos) para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, seja alcançada. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

No mês de julho, os alimentos ficaram mais baratos e contribuíram para que a inflação oficial perdesse força pelo quarto mês seguido e fechar em 0,07%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado fez o IPCA acumular 4,44% em 12 meses, trazendo o indicador de volta para a margem de tolerância da meta.

A inflação de agosto será divulgada na próxima sexta-feira (11) pelo IBGE.

 



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