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“Perna de Cobra”: Omissão de Pivetta na “guerra” contra o coronavírus chama atenção do povo em Mato Grosso

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Da Redação.

Em uma triste coincidência, a primeira vítima do coronavírus no estado de Mato Grosso, foi na cidade de Lucas do Rio Verde, um dos maiores polos produtores de grãos do estado, onde o vice-governador foi prefeito por três mandatos, porém neste momento que o povo mais necessita, o candidato ao Senado da República, Otaviano Olavo Pivetta (PDT) está sendo apontado como “perna de cobra”.

Em Lucas do Rio Verde desde a década de 80, Otaviano Olavo Pivetta conhece muito bem a região, como também a população, seus potenciais e suas necessidades, já que atua em vários setores, seja como empresário, sendo um dos maiores produtores da região, como também na política, quando foi eleito a prefeito da cidade por três mandatos.

A falta de ações do ex-prefeito, empresário, vice-governador e candidato a uma possível vaga no Senado República, está sendo notada pela população, já que além de ser detentor de condições que possa colaborar com os mais desprovidos, Pivetta é uma liderança entre os maiores empresários do Estado, que poderiam entrar na “Guerra” contra o coronavírus, ajudando nas decisões das medidas, como organizando uma frente não governamental, para atuar diretamente suprindo as necessidades do povo.

“Para quem é candidato ao Senado e vai depender do voto do povo, a omissão de Pivetta nesta “Guerra” contra o coronavírus não está bem vista”.

Foto: Folhamax

No cenário da política, Otaviano Olavo Pivetta está sendo apontado como o ditado popular “Perna de Cobra”.

Segundo informações de bastidores, Otaviano Olavo Pivetta segue a sua peregrinação na política, concentrando suas ações e esforços para conseguir apoio dos empresários e lideranças políticas dos quatro cantos de Mato Grosso, com objetivo de ter o maior número de apoio para a sua campanha, na possível disputa ao Senado da República.

“Não adianta combinar apenas com empresários e pseudos líderes, Otaviano Olavo Pivetta está se esquecendo de combinar com o povo, a maioria menos favorecida, aqueles que hoje ganhou o apoio da omissão e abando do Pivetta”.

Foto: Folhamax

Mesmo a cidade de Lucas do Rio Verde sendo uma das mais estruturadas do estado, até mesmo do País, a primeira vítima do coronavírus aconteceu no município, identificado como Luiz Nunes, 54 anos, comerciante, que recentemente teria realizado uma viagem à São Paulo.

A morte do empresário mostra que este inimigo não escolhe vítimas, pode ser os mais ou menos favorecidos, isso implica em um momento de união, quando todos devem colaborar de alguma forma, é fato que estamos vivendo um período de “Guerra”, quando não cabe omissão e braços cruzados.

 

Foto: Divulgação/oautouruguai

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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