"Psicológica e Social"
Kalil sanciona Lei que garante as famílias com vítimas de feminicídio assistência psicológica e social
Caberá às secretarias de Assistência Social e Saúde promover ações de assistência psicológica e médica aos familiares da vítima de violência, conforme necessidade e avaliação técnica para cada caso.
Política
As famílias de vítimas de feminicídio – residentes em Várzea Grande – terão assistência psicológica e social. O prefeito Kalil Baracat sancionou a Lei 4.974/2022 a qual promove a garantia de proteção integral e prioritária dos direitos das crianças e adolescentes, preconizada pela Lei nº8.069 de 13 de junho de 1990 que rege o Estatuto da Criança e do Adolescente e da Lei nº13.257 de 8 de março de 2016 que dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância.
“O que vamos fazer agora é ampliar a assistência às famílias de vítimas de feminicídio de uma forma mais ampla, dando aos filhos da vítima, assistência social, no que tange ao auxílio de cestas básicas e inserção a programas sociais, além de acompanhamento de um assistente social. Já a secretaria de Saúde estará assegurando os direitos dos filhos das vítimas, com tratamento psicológico, uma vez que as crianças e adolescentes sofrem traumas em decorrência da violência que possam ter presenciado em seus lares”, garantiu o prefeito.
Caberá às secretarias de Assistência Social e Saúde promover ações de assistência psicológica e médica aos familiares da vítima de violência, conforme necessidade e avaliação técnica para cada caso.
Como explica a secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, no município existe uma Rede de Proteção às mulheres e que desenvolve diversas ações tanto no combate à violência, como no trabalho de garantia de direitos quando essas mulheres se tornam vítimas de agressão
Para a gestora a lei nº 4.974/2022 se faz de extrema importância, ela vem somar na efetivação das ações e serviços executados pela Secretaria de Saúde principalmente no âmbito da saúde mental, e da Secretaria de Assistência Social, no tocante a ações, programas, projetos, serviços e benefícios socioassistenciais. “É importante salientar que o município de Várzea Grande vem somando esforços junto aos outros órgãos e sociedade civil no enfrentamento a todo tipo de violência a mulheres e meninas, e a lei reforça o compromisso de atuar principalmente frente a garantia de proteção integral e prioritária dos direitos das crianças e adolescentes”.
A assistente Social, Taynara Morais lembra que na política de Assistência Social, as ações, serviços, programas e projetos são executados no âmbito da Proteção Social – Básica e Especial, onde são ofertados os serviços que visam promover a proteção, prevenção dos riscos e vulnerabilidades, bem como proporcionar espaços de compartilhamentos de vivências e fortalecimentos de vínculos sociais e comunitários .Já na Proteção Social Especial a atuação socioassistencial busca atuar frente às violações de direitos, quebra dos vínculos sociais e familiares. “É no âmbito da Proteção Social especial que é realizado o atendimento especializado ás vítimas de violência domésticas, bem como seus filhos e familiares.Os serviços na especial são executados de forma a resgatar a função protetiva da indivíduo e sua família”, disse ela.
Taynara disse ainda, que é importante ressaltar que o Município possui o Conselho Municipal de Direitos da Mulher, ligado à Secretaria de Assistência Social e também faz parte da Rede de Enfrentamento a Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Várzea Grande e Nossa Senhora do Livramento do Livramento, rede esta que atua desde 2017 de forma incisiva na busca por uma sociedade mais justa e igualitária para as mulheres e meninas.
Já a coordenadora da Proteção Social Especial, Katlin Calmon, disse que as famílias vítimas de violência são assistidas pelo órgão de proteção socioassistencial Centro de Referência Especializado de Assistência Social-CREAS e os casos que necessitem de intervenção e afastamento do lar, ” A Casa de Amparo a Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, abriga mulheres. Caso ocorra crime de feminicídio, atuaremos dentro das ações preconizadas na assistência social, desde atendimento psicossocial as crianças e adolescentes e familiares, como a atuação junto ao serviço emergencial através do auxílio eventual de cesta básica e auxilio funeral. Nossa equipe técnica realiza as visitas para atendimento às famílias da vítima e realiza os atendimentos necessários”, completou.
Política
Eleições 2026: quem fica, quem sai e quem concorre ao Senado
Nas eleições de 4 de outubro, 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa. São duas vagas por estado e pelo Distrito Federal. Entre os atuais ocupantes dessas cadeiras, 32 tentam a reeleição, 9 participam das eleições concorrendo a outros cargos ou como suplentes e 13 não são candidatos. As outras 27 cadeiras não estão em disputa neste ano.
A renovação ocorre dessa forma porque o mandato de senador dura oito anos. A cada quatro anos, as eleições alternam a escolha de um terço e de dois terços dos integrantes da Casa. Em 2022, foi escolhido um senador por unidade da Federação.
Neste ano, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado. Os dois mais votados em cada estado e no Distrito Federal serão eleitos, sem segundo turno.
Quem disputa as cadeiras em 2026
Entre os 54 senadores com mandato até janeiro de 2027, 41 participam das eleições deste ano. Desse total, 32 tentam a reeleição para o Senado. Outros nove concorrem a cargos diferentes ou integram, como suplentes, chapas de candidatos ao Senado.
Tentam a reeleição para o Senado, em ordem alfabética: 
- Alessandro Vieira (MDB-SE);
- Angelo Coronel (Republicanos-BA);
- Carlos Fávaro (PSD-MT);
- Carlos Portinho (PL-RJ);
- Carlos Viana (PSD-MG);
- Chico Rodrigues (PSB-RR);
- Cid Gomes (PSB-CE);
- Ciro Nogueira (PP-PI);
- Eduardo Braga (MDB-AM);
- Eduardo Gomes (PL-TO);
- Eliziane Gama (PSD-MA);
- Esperidião Amin (PP-SC);
- Fabiano Contarato (PT-ES);
- Humberto Costa (PT-PE);
- Jaques Wagner (PT-BA);
- Leila Barros (PDT-DF);
- Lucas Barreto (PSD-AP);
- Marcelo Castro (MDB-PI);
- Marcio Bittar (PL-AC);
- Marcos do Val (Avante-ES);
- Plínio Valério (PSDB-AM);
- Randolfe Rodrigues (PT-AP);
- Renan Calheiros (MDB-AL);
- Rogério Carvalho (PT-SE);
- Sérgio Petecão (PSD-AC);
- Soraya Thronicke (PSB-MS);
- Styvenson Valentim (Podemos-RN);
- Vanderlan Cardoso (PSD-GO);
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB);
- Weverton (PDT-MA);
- Zenaide Maia (PSD-RN); e
- Zequinha Marinho (Podemos-PA).
Disputam outros cargos ou participam das chapas como suplentes:
- Daniella Ribeiro (PP-PB) — candidata a primeira suplente de Nabor Wanderley na disputa pelo Senado;
- Dra. Eudocia (PSDB-AL) — candidata a primeira suplente de Marina JHC na disputa pelo Senado;
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — candidato a presidente da República;
- Izalci Lucas (PL-DF) — candidato a deputado federal;
- Jader Barbalho (MDB-PA) — candidato a primeiro suplente de Helder Barbalho na disputa pelo Senado;
- Mara Gabrilli (PSD-SP) — candidata a deputada estadual;
- Marcos Rogério (PL-RO) — candidato a governador de Rondônia;
- Nelsinho Trad (PSD-MS) — candidato a primeiro suplente de Reinaldo Azambuja na disputa pelo Senado;
- Roberta Acioly (Republicanos-RR) — candidata a deputada federal.
Não disputam as eleições
Outros 13 senadores com mandato até janeiro de 2027 não concorrem a nenhum cargo nas eleições deste ano e, independentemente do resultado das urnas, não permanecem no Senado a partir de 2027.
Entre eles está Rodrigo Pacheco. O senador foi indicado para ocupar uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), aberta com a saída de Bruno Dantas. A indicação já foi aprovada pelo Senado e pela Câmara dos Deputados e segue para promulgação pelo Congresso Nacional.
Já Fernando Dueire, Giordano e Ivete da Silveira chegaram ao Senado como suplentes, mas assumiram definitivamente as respectivas vagas durante o mandato. Sargento Reginauro exerce atualmente o mandato como suplente de Eduardo Girão (Novo-CE). Os outros nove são titulares.
Em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, os dois atuais ocupantes das cadeiras em disputa não concorrem à reeleição e, portanto, serão substituídos em 2027. No Paraná, Flávio Arns e Oriovisto Guimarães não concorrem. No Rio Grande do Sul, Luis Carlos Heinze e Paulo Paim também não disputam as eleições. Em São Paulo, Giordano não é candidato e Mara Gabrilli concorre a deputada estadual.
Cadeiras que não estão em disputa
Um terço das cadeiras do Senado não está em disputa nas eleições deste ano. São as 27 preenchidas na eleição de 2022, cujos mandatos vão até janeiro de 2031. Isso não significa, porém, que todos esses senadores estejam fora da disputa eleitoral.
Entre os 27, nove concorrem a governos estaduais em 2026:
- Alan Rick (Republicanos), no Acre;
- Cleitinho (Republicanos), em Minas Gerais;
- Efraim Filho (PL), na Paraíba;
- Omar Aziz (PSD), no Amazonas;
- Professora Dorinha Seabra (União), no Tocantins;
- Renan Filho (MDB), em Alagoas;
- Sergio Moro (PL), no Paraná;
- Wellington Fagundes (PL), em Mato Grosso; e
- Wilder Morais (PL), em Goiás.
Como os mandatos desses senadores vão até 2031, uma eventual derrota na disputa pelos governos estaduais não encerra sua atuação no Senado. A eleição de 2026 define as outras duas cadeiras de cada unidade da Federação.
Os 27 senadores com mandato até 2031, por unidade da Federação, são:
- Acre — Alan Rick (Republicanos), candidato a governador;
- Alagoas — Renan Filho (MDB), candidato a governador;
- Amapá — Davi Alcolumbre (União);
- Amazonas — Omar Aziz (PSD), candidato a governador;
- Bahia — Otto Alencar (PSD);
- Ceará — Camilo Santana (PT);
- Distrito Federal — Damares Alves (Republicanos);
- Espírito Santo — Magno Malta (PL);
- Goiás — Wilder Morais (PL), candidato a governador;
- Maranhão — Lourdinha Pereira (PSB);
- Mato Grosso — Wellington Fagundes (PL), candidato a governador;
- Mato Grosso do Sul — Tereza Cristina (PP);
- Minas Gerais — Cleitinho (Republicanos), candidato a governador;
- Pará — Beto Faro (PT);
- Paraíba — Efraim Filho (PL), candidato a governador;
- Paraná — Sergio Moro (PL), candidato a governador;
- Pernambuco — Teresa Leitão (PT);
- Piauí — Jussara Lima (PSD);
- Rio de Janeiro — Romário (PL);
- Rio Grande do Norte — Rogerio Marinho (PL);
- Rio Grande do Sul — Hamilton Mourão (Republicanos);
- Rondônia — Jaime Bagattoli (PL);
- Roraima — Dr. Hiran (PP);
- Santa Catarina — Jorge Seif (PL);
- São Paulo — Astronauta Marcos Pontes (PL);
- Sergipe — Laércio Oliveira (PP); e
- Tocantins — Professora Dorinha Seabra (União), candidata a governadora.
Assim, antes mesmo da apuração, já é possível saber que haverá mudanças na composição do Senado em 2027. Pelo menos 22 dos atuais ocupantes das 54 cadeiras em disputa não permanecerão como titulares — os 13 que não são candidatos e os nove que disputam outros cargos ou participam como suplentes.
O número de mudanças poderá ser maior, a depender do desempenho nas urnas dos 32 senadores que buscam a reeleição.
Além disso, a eleição para governador poderá alterar temporariamente a ocupação de algumas das 27 cadeiras que não estão em disputa, caso senadores sejam eleitos para o Executivo estadual.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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