"Manutenção"
Prefeitura realiza limpeza e atividade de educação ambiental com alunos na Lagoa do Jacaré
A Lagoa do Jacaré é uma das nascentes do Córrego Jacaré, localizada na região do Cristo Rei. Este córrego é afluente do rio Cuiabá, que por sua vez é um importante rio da Região Hidrográfica do Paraguai e um dos principais tributários do Pantanal Mato-grossense.
Política
Um mutirão de limpeza está sendo realizado nesta quinta e sexta-feira (03 e 04), no entorno da Lagoa do Jacaré, no bairro Cristo Rei, onde existe um bolsão de entulho acumulado por moradores e demais pessoas que vêm de outros bairros e despejam resíduos sólidos no local, que é uma Área de Preservação Permanente, protegida pela Lei nº 12.651, uma vez que abriga várias nascentes que formam o córrego Jacaré. O trabalho de limpeza está sendo realizado pela Subprefeitura do Cristo Rei com apoio da Secretaria Municipal de Viação e Obras.
De acordo com Aloísio Fernandes, encarregado da Subprefeitura, a limpeza demandará dois dias de trabalho devido ao grande volume de entulho, que envolve móveis e eletrodomésticos, animais mortos, restos de obras, entre outros. Três caminhões estão sendo utilizados para retirar o lixo. “Nós sempre limpamos lá, mas as pessoas voltam a jogar entulho e, em poucos meses, já volta a mesma situação. É preciso conscientização da população dos arredores e de fora também, que jogam lixo naquele local”, afirma Aloísio.
Enquanto a limpeza é feita, uma equipe da Coordenação de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) está com um grupo de alunos das Escolas Estaduais José Leite de Moraes e Deputado Salim Nadaf, ambas localizadas na região, em uma atividade de educação ambiental, com confecção de cartazes em prol da preservação do espaço.
A Prefeitura de Várzea Grande é parceira do projeto Lagoa do Jacaré, juntamente com o Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) e o Ministério Público de Mato Grosso.
Ao longo do mês de outubro, os técnicos da SEMMADRS realizaram o diagnóstico social, por meio da aplicação de questionário com os moradores locais para saber a opinião deles sobre os problemas que assolam a Lagoa do Jacaré causam, como descarte irregular de resíduos sólidos e líquidos, esconderijo para criminosos, mau cheiro, descarte de animais mortos, entre outros.
Dentro do projeto Lagoa do Jacaré, a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, é executora dos subprojetos de Ações Comunitárias e Intervenções Urbanas, desenvolvendo atividades de Educação Ambiental junto aos moradores da área de influência da Lagoa do Jacaré e incentivando os moradores locais a cuidar e proteger a Lagoa do Jacaré e seu entorno. “Nós trabalhamos para sensibilizar a comunidade no entorno para que fiquem sempre envolvidos na questão do pertencimento e para trazê-los para cuidar”, afirma a coordenadora de Educação Ambiental da SEMMADRS, Cíntia Serrano.
Ela explica que, junto com o Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos da UFMT, a Secretaria está envolvida em projetos de desassoreamento da lagoa, de direcionamento do esgoto para a rede coletora do Departamento de Água e Esgoto (DAE) e também no projeto de drenagem. “Entramos também com a topografia, que é base para esses três projetos, e estamos na fase de orçamento para contratação desses serviços”, explica Cíntia.
Além disso, a Pasta também vai contribuir na elaboração do projeto arquitetônico de um parque de lazer para a população. “Depois de executados os projetos citados, será feito o projeto urbanístico para revitalizar e trazer um ambiente diferenciado para a população do entorno da Lagoa do Jacaré. Também tem a questão do cercamento da área para tentar coibir o lançamento de resíduos, mas isso será discutido neste sábado (5), em um evento que teremos junto com a comunidade”, afirma.
Lagoa do Jacaré
A Lagoa do Jacaré é uma das nascentes do Córrego Jacaré, localizada na região do Cristo Rei. Este córrego é afluente do rio Cuiabá, que por sua vez é um importante rio da Região Hidrográfica do Paraguai e um dos principais tributários do Pantanal Mato-grossense.
Política
Eleições 2026: quem fica, quem sai e quem concorre ao Senado
Nas eleições de 4 de outubro, 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa. São duas vagas por estado e pelo Distrito Federal. Entre os atuais ocupantes dessas cadeiras, 32 tentam a reeleição, 9 participam das eleições concorrendo a outros cargos ou como suplentes e 13 não são candidatos. As outras 27 cadeiras não estão em disputa neste ano.
A renovação ocorre dessa forma porque o mandato de senador dura oito anos. A cada quatro anos, as eleições alternam a escolha de um terço e de dois terços dos integrantes da Casa. Em 2022, foi escolhido um senador por unidade da Federação.
Neste ano, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado. Os dois mais votados em cada estado e no Distrito Federal serão eleitos, sem segundo turno.
Quem disputa as cadeiras em 2026
Entre os 54 senadores com mandato até janeiro de 2027, 41 participam das eleições deste ano. Desse total, 32 tentam a reeleição para o Senado. Outros nove concorrem a cargos diferentes ou integram, como suplentes, chapas de candidatos ao Senado.
Tentam a reeleição para o Senado, em ordem alfabética: 
- Alessandro Vieira (MDB-SE);
- Angelo Coronel (Republicanos-BA);
- Carlos Fávaro (PSD-MT);
- Carlos Portinho (PL-RJ);
- Carlos Viana (PSD-MG);
- Chico Rodrigues (PSB-RR);
- Cid Gomes (PSB-CE);
- Ciro Nogueira (PP-PI);
- Eduardo Braga (MDB-AM);
- Eduardo Gomes (PL-TO);
- Eliziane Gama (PSD-MA);
- Esperidião Amin (PP-SC);
- Fabiano Contarato (PT-ES);
- Humberto Costa (PT-PE);
- Jaques Wagner (PT-BA);
- Leila Barros (PDT-DF);
- Lucas Barreto (PSD-AP);
- Marcelo Castro (MDB-PI);
- Marcio Bittar (PL-AC);
- Marcos do Val (Avante-ES);
- Plínio Valério (PSDB-AM);
- Randolfe Rodrigues (PT-AP);
- Renan Calheiros (MDB-AL);
- Rogério Carvalho (PT-SE);
- Sérgio Petecão (PSD-AC);
- Soraya Thronicke (PSB-MS);
- Styvenson Valentim (Podemos-RN);
- Vanderlan Cardoso (PSD-GO);
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB);
- Weverton (PDT-MA);
- Zenaide Maia (PSD-RN); e
- Zequinha Marinho (Podemos-PA).
Disputam outros cargos ou participam das chapas como suplentes:
- Daniella Ribeiro (PP-PB) — candidata a primeira suplente de Nabor Wanderley na disputa pelo Senado;
- Dra. Eudocia (PSDB-AL) — candidata a primeira suplente de Marina JHC na disputa pelo Senado;
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — candidato a presidente da República;
- Izalci Lucas (PL-DF) — candidato a deputado federal;
- Jader Barbalho (MDB-PA) — candidato a primeiro suplente de Helder Barbalho na disputa pelo Senado;
- Mara Gabrilli (PSD-SP) — candidata a deputada estadual;
- Marcos Rogério (PL-RO) — candidato a governador de Rondônia;
- Nelsinho Trad (PSD-MS) — candidato a primeiro suplente de Reinaldo Azambuja na disputa pelo Senado;
- Roberta Acioly (Republicanos-RR) — candidata a deputada federal.
Não disputam as eleições
Outros 13 senadores com mandato até janeiro de 2027 não concorrem a nenhum cargo nas eleições deste ano e, independentemente do resultado das urnas, não permanecem no Senado a partir de 2027.
Entre eles está Rodrigo Pacheco. O senador foi indicado para ocupar uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), aberta com a saída de Bruno Dantas. A indicação já foi aprovada pelo Senado e pela Câmara dos Deputados e segue para promulgação pelo Congresso Nacional.
Já Fernando Dueire, Giordano e Ivete da Silveira chegaram ao Senado como suplentes, mas assumiram definitivamente as respectivas vagas durante o mandato. Sargento Reginauro exerce atualmente o mandato como suplente de Eduardo Girão (Novo-CE). Os outros nove são titulares.
Em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, os dois atuais ocupantes das cadeiras em disputa não concorrem à reeleição e, portanto, serão substituídos em 2027. No Paraná, Flávio Arns e Oriovisto Guimarães não concorrem. No Rio Grande do Sul, Luis Carlos Heinze e Paulo Paim também não disputam as eleições. Em São Paulo, Giordano não é candidato e Mara Gabrilli concorre a deputada estadual.
Cadeiras que não estão em disputa
Um terço das cadeiras do Senado não está em disputa nas eleições deste ano. São as 27 preenchidas na eleição de 2022, cujos mandatos vão até janeiro de 2031. Isso não significa, porém, que todos esses senadores estejam fora da disputa eleitoral.
Entre os 27, nove concorrem a governos estaduais em 2026:
- Alan Rick (Republicanos), no Acre;
- Cleitinho (Republicanos), em Minas Gerais;
- Efraim Filho (PL), na Paraíba;
- Omar Aziz (PSD), no Amazonas;
- Professora Dorinha Seabra (União), no Tocantins;
- Renan Filho (MDB), em Alagoas;
- Sergio Moro (PL), no Paraná;
- Wellington Fagundes (PL), em Mato Grosso; e
- Wilder Morais (PL), em Goiás.
Como os mandatos desses senadores vão até 2031, uma eventual derrota na disputa pelos governos estaduais não encerra sua atuação no Senado. A eleição de 2026 define as outras duas cadeiras de cada unidade da Federação.
Os 27 senadores com mandato até 2031, por unidade da Federação, são:
- Acre — Alan Rick (Republicanos), candidato a governador;
- Alagoas — Renan Filho (MDB), candidato a governador;
- Amapá — Davi Alcolumbre (União);
- Amazonas — Omar Aziz (PSD), candidato a governador;
- Bahia — Otto Alencar (PSD);
- Ceará — Camilo Santana (PT);
- Distrito Federal — Damares Alves (Republicanos);
- Espírito Santo — Magno Malta (PL);
- Goiás — Wilder Morais (PL), candidato a governador;
- Maranhão — Lourdinha Pereira (PSB);
- Mato Grosso — Wellington Fagundes (PL), candidato a governador;
- Mato Grosso do Sul — Tereza Cristina (PP);
- Minas Gerais — Cleitinho (Republicanos), candidato a governador;
- Pará — Beto Faro (PT);
- Paraíba — Efraim Filho (PL), candidato a governador;
- Paraná — Sergio Moro (PL), candidato a governador;
- Pernambuco — Teresa Leitão (PT);
- Piauí — Jussara Lima (PSD);
- Rio de Janeiro — Romário (PL);
- Rio Grande do Norte — Rogerio Marinho (PL);
- Rio Grande do Sul — Hamilton Mourão (Republicanos);
- Rondônia — Jaime Bagattoli (PL);
- Roraima — Dr. Hiran (PP);
- Santa Catarina — Jorge Seif (PL);
- São Paulo — Astronauta Marcos Pontes (PL);
- Sergipe — Laércio Oliveira (PP); e
- Tocantins — Professora Dorinha Seabra (União), candidata a governadora.
Assim, antes mesmo da apuração, já é possível saber que haverá mudanças na composição do Senado em 2027. Pelo menos 22 dos atuais ocupantes das 54 cadeiras em disputa não permanecerão como titulares — os 13 que não são candidatos e os nove que disputam outros cargos ou participam como suplentes.
O número de mudanças poderá ser maior, a depender do desempenho nas urnas dos 32 senadores que buscam a reeleição.
Além disso, a eleição para governador poderá alterar temporariamente a ocupação de algumas das 27 cadeiras que não estão em disputa, caso senadores sejam eleitos para o Executivo estadual.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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