“Alinhados”

Governo do Estado e Assembleia Legislativa seguem trabalhando pelo desenvolvimento

Os poderes executivo e legislativo estadual, estão em ritmo acelerado para atender as demandas de Mato Grosso.

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

 

Com os resultados definidos nas eleições que envolveram diretamente o cenário da política estadual, os representantes do povo, seja no poder executivo e do legislativo, adotaram a modalidade “vida que segue”, e trataram de intensificar os trabalhos, para atender a demanda da população com mais eficiência.

Vale ressaltar que, a realização das atividades com agilidade e qualidade, só é possível, devido a parceria desenvolvida através da união de objetivos, proposto pela maioria dos deputados que representam a Assembleia Legislativa, juntamente com o governador do estado.

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (UB) juntamente com o primeiro-secretário, Max Russi (PSB) são referências de trabalhos prestados em parceria com o governador, Mauro Mendes (UB), para atender as necessidades e prioridades da população.

“Mauro Mendes, Max Russi e Eduardo Botelho foram reeleitos devido a expressiva quantidade de votos, com objetivo de continuar trabalhando pelo povo de Mato Grosso”.

 Durante esta semana, uma mensagem do governo foi analisada, votada e aprovada, pela maioria dos parlamentares na Assembleia, que prevê crédito especial de R$ 15,9 milhões, para atender diversas demandas, como o pagamento de verbas indenizatórias de servidores estaduais.

Recurso este, que será destinado para atender as reivindicações dos servidores públicos do estado, um trabalho pautado no consenso, desenvolvido pela união entre os poderes.

Os deputados Eduardo Botelho, Max Russi e integrantes da base, que vem atuando na manutenção do bom convívio entre os poderes, seguem uma missão difícil para os próximos dias, que é a aprovação irrestrita, ou seja, sem alteração da Lei Orçamentária Anual (LOA) encaminhada pelo governo, com orçamento estimado na ordem de R$ 30 bilhões.

De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores da política, e segundo o “Aracuã do Pantanal”, o momento é de cautela entre os poderes, já que a palavra final referente a LOA cabe a maioria na Assembleia, que irá decidir sobre as condições da conduta do governo, impactando diretamente na vida da população, como também no cenário político e eleitoral, já que a disputa pela Mesa Diretora da Assembleia bate à porta e 2024 está logo ali.

 

 

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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