“Apoio Irrestrito”
Primeira-Dama de Mato Grosso declara apoio ao presidente Bolsonaro
Virgínia Mendes utiliza das redes sociais para demonstrar total apoio à reeleição do presidente.
Política
Com a frase: “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”, a primeira-dama do social, do estado de Mato de Grosso, Virginia Mendes intensifica suas ações nas redes sócias, demonstrando total apoio na campanha de reeleição do presidente da República, Jair Bolsonaro.
O desenvolvimento de suas ações proporcionou melhores condições de vida para milhares de famílias em Mato Grosso, que se encontravam em estado de vulnerabilidade, principalmente no período em que elas mais precisaram, durante o pico da pandemia da Covid-19, a primeira-dama conquistou o carinho e admiração de boa parte da população.
Os trabalhos desenvolvidos por Virgínia Mendes, através da Secretaria de Estado de Assistência são reconhecidos por milhares de pessoas, famílias da região norte ao sul, das cidades, comunidades rurais, tribos indígenas, todos, sem nenhuma exceção, onde precisavam, estava lá, não como primeira-dama, mas como uma pessoa que estende as mãos para o próximo, que necessita de ajuda naquele momento.
“Mesmo com a saúde debilitada e com todas as condições para permanecer em casa, Virgínia Mendes decidiu trabalhar, levando alimentos, cobertores, e principalmente, muito respeito e amor ao próximo”.
Os atos de coragem da primeira-dama fizeram dela, uma das maiores lideranças política e sociais do estado. Hoje, com o trabalho aprovado por milhares de pessoas, é correto afirmar que seu apoio interfere diretamente em praticamente todas as disputas eleitorais, desde vereador até presidente.
Nas redes sociais de Virgínia Mendes é comum ver várias postagens de apoio, seja com a primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, e com o próprio presidente, Jair Bolsonaro.
Pelo que tudo indica, se depender da primeira-dama do estado de Mato Grosso, Virgínia Mendes, a reeleição de Bolsonaro no segundo turno já está garantida.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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