VITÓRIA DO POVO
De vaiado em 2019 ao mais votado da história em reeleição: Mauro Mendes recebe mais de 68% dos votos válidos
O governador Mauro Mendes (União) foi reeleito com mais de 68% dos votos válidos, neste domingo (02.10). Foram mais de 1,1 milhão de mato-grossenses que tornaram Mauro o governador mais votado da história em uma reeleição no Estado.
Política
“Estou muito feliz e quero agradecer por cada voto depositado em mim. Isso significa muito mais do que o reconhecimento à gestão: é a prova de que as nossas ações têm melhorado a vida das pessoas, e é para isso que temos trabalhado diuturnamente nos últimos anos. Isso demonstra que temos feito política do jeito certo: para o cidadão. Vou retribuir mais essa oportunidade com muito trabalho sério, honesto, com respeito ao dinheiro público e entregando obras e serviços públicos melhores aos mato-grossenses”, comemorou o governador, ao lado da primeira-dama Virginia Mendes.
Mauro também lembrou que pautou a campanha com propostas e apresentando os resultados da gestão. O reflexo foi a votação de hoje, pois a população ficou atenta aos ataques e fake news contra sua família.
“Minha família foi alvo de mentiras, mas a verdade sempre vence. Eu e minha família nos pautamos por fazer a coisa certa, de forma honesta e voltada para o bem da população. Fico feliz que o nosso jeito de fazer política de resultados foi aceito por mais de 1 milhão de mato-grossenses que foram às urnas neste domingo”, afirmou
Em 2019, Mauro chegou a ser vaiado por produtores rurais em evento em Sorriso, após recriar o Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) e promover outras mudanças, como a reforma administrativa, redução de despesas e a reinstituição dos incentivos fiscais.
“Naquela ocasião, os produtores estavam realmente descontentes, porque o Fethab nunca tinha sido utilizado para seu devido fim, que era a construção e manutenção de rodovias. Mas, graças a Deus, pudemos mostrar que estávamos no caminho correto, aplicamos corretamente o dinheiro público os recursos do Fethab foram utilizados 100% para melhorias das estradas. E, hoje, os produtores e toda população reconhecem que as medidas foram necessárias para Mato Grosso seguir o caminho do desenvolvimento e ser um dos Estados que mais geram emprego e renda”, destacou o governador.
Mauro explicou que as medidas tomadas em 2019, mais o trabalho de toda equipe de secretários, do vice-governador Otaviano Pivetta, de todos os servidores estaduais e da população, foram os responsáveis por possibilitar que sua gestão promovesse a construção de 2,5 mil quilômetros de asfalto novo em rodovias de todo Estado, de seis novos grandes hospitais: dois em Cuiabá, o Central e o Julio Muller, e os Regionais de Alta Floresta, Juína, Tangará da Serra, e do Araguaia, em Confresa.
A Educação também recebeu investimentos com a construção de novas escolas e quadras poliesportivas e melhoria do ensino pedagógico, entre muitas outras.
“Todas as áreas viram grandes investimentos: infraestrutura, saúde, educação, agricultura familiar, segurança, cultura, esporte e o social. Todo esse trabalho foi fundamental para fazermos o mais importante, cuidar dos mato-grossenses, de nossa gente, principalmente daqueles que mais precisam”, pontuou ele, garantindo que todos os programas e investimentos terão continuidade.
Como as ações sociais, lideradas pela primeira-dama Virginia Mendes, de forma voluntária, em que serão feitos investimentos na qualificação profissional e, ao mesmo tempo, a manutenção do benefício do Ser Família Emergencial e as entregas de cestas básicas para famílias carentes. Nesta primeira gestão, 100 mil famílias receberam o auxílio e 1,3 milhão de cestas básicas foram entregues.
O trabalho, segundo o governador, proporcionou ainda que Mato Grosso se tornasse o primeiro do país em Solidez Fiscal, de acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados, e Nota A no Tesouro Nacional.
*Novos investimentos*
Para os próximos anos, estão previstos investimentos para asfaltamento de 2,6 mil quilômetros de rodovias, conclusão dos 6 novos hospitais, entregas de mais novas escolas, melhoria do aparelhamento e do uso da tecnologia pelas forças de segurança, na agricultura familiar.
“Fizemos muito, mas ainda há muito a ser feito. Entramos para o pódio dos estados mais competitivos do país e isso precisa continuar a ser revertido em uma vida melhor para as pessoas que vivem aqui, com menos desigualdade, mais emprego, qualificação, segurança, boas estradas, escolas, hospitais e oportunidades”, finalizou Mauro Mendes.
Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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