“Federal nas ruas”
Operações explícitas e implícitas para desarticular esquemas de compra de voto
Milhares de policiais nas ruas inviabilizam qualquer intenção da prática de atividades irregulares
Política
Informações de fontes ligadas aos bastidores da segurança pública, afirmam que uma “Mega Operação” está sendo desencadeada, liderada pela Polícia Federal, em parceria com outras forças de segurança, para desarticular alguns esquemas de compra dos votos, em regiões estratégicas de Mato Grosso.
Faltando poucas horas para o início das votações, o eleitor ainda neste período é o bem mais precioso, cobiçado pelos candidatos, desta forma, para evitar qualquer tipo assédio, principalmente econômico, as forças de segurança estão nas ruas, investigando, fazendo ronda e checando a inúmeras denúncias.
A “Mega Operação” neste caso, seria para desarticular um esquema de compra de votos casados, ou seja, infratores supostamente pagam pelos votos de deputado estadual, federal e senador. A quadrilha estaria agindo tanto na “Baixada Cuiabana”, quanto nas principais cidades polos de Mato Grosso.

Foto: PM-MT
“Escritórios clandestinos e residências de pessoas ligadas a alguns candidatos, estariam sendo monitorados, com registro do aumento no fluxo de pessoas, entrando e saindo, levando a crer, que algo de errado não está certo”.
De acordo com o “Aracuã do Pantanal” o pega não pega já começou, para aqueles que estão cometendo as irregularidades, achando que ninguém está vendo, pode preparar o tornozelo, ou até mesmo para degustar das quentinhas, sem falar dos candidatos, que podem até ganhar, mas correm sérios riscos de não levar.
Assessores, cabos eleitorais, coordenadores de campanha e em alguns casos, até mesmo, os candidatos já estariam na mira da polícia, sendo monitorados, investigados, devido atos que levantaram muitas suspeitas, ou seja, desta sexta até domingo, muitos escândalos poderão interferir no cenário da corrida eleitoral em Mato Grosso.
Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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