“Eleitor Fake”
Falar que vai votar não significa voto na urna
Voto secreto garante expressão democrática do eleitor
Política
Para muita gente, nem tudo na vida tem preço, e muita coisa tem valor, neste sentido, seguem as ações de muitos eleitores que nos últimos dias, receberam diversas visitas em suas regiões até mesmo nas residências, de vários candidatos apresentando suas propostas, mostrando projetos, falando que vão fazer até o Rio Cuiabá ficar límpido, puro e cristalino, só esqueceram de lembrar que os tempos mudaram e que o eleitorado é outro.
Hoje, as promessas infundadas caem no ridículo, por mais humilde que o eleitor (a) seja, o acesso as informações ficaram mais fáceis, praticamente instantâneas, na palma da mão com a tecnologia do aparelho Smartphone, mostrando dados de todas as formas, desde fatos verídicos até os populares “Fake News”, deixando o eleitor apto para analisar as condições de cada candidato.
Prometer e não cumprir, já ficou comprovado que o eleitor está farto, mesmo assim, ainda existem candidatos que insistem de várias formas, conseguir o voto do povo enganado a todo custo, possibilitando assim, a “Lei do Retorno”, já aquele que foi passado para trás, quando teve a promessa do asfalto, da escola, do posto de saúde, não esquece, pois ainda pisa na lama, os filhos têm andam por quilômetros para estudar, acesso à saúde ainda é para poucos, levando o eleitor, mesmo sendo beneficiado por instantes, falar que vai votar em A; B ou C, mas na realidade vota no M.
“Ninguém quer comprar o bilhete do cinema e não assistir ao filme”.
A ação pode ser denominada de “Eleitor Fake”, mas quem não passou pelo “Candidatos Fake”? Uma hora a conta chega mesmo, na eleição passada por exemplo, quantos nomes considerados fortes, tiveram apenas a metade dos votos esperados, ou até mesmo só assumiram o mandato, porque foram arrastados pelo colega de legenda. De fato, se já aconteceu em uma vez, poderá acontecer novamente.
Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, existem aqueles candidatos mais realistas, que trabalham apenas com a margem dos 10%, sabendo que nem tudo está perdido, e com isso poderá ao menos garantir a sua passagem para a próxima legislatura.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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