“Empate Técnico”

“Estagnação X Crescimento”: Wellington e Neri na disputa pelo Senado

Teto eleitoral de intenções de votos e crescimento constante, poderão surpreender resultado da disputa

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

Um cenário totalmente controverso na disputa eleitoral da única vaga ao Senado da República, se por um lado o senador candidato à reeleição, Wellington Fagundes (PL) não conseguiu acompanhar o crescimento eleitoral do governador, Mauro Mendes, por outro, o deputado federal, Neri Geller (PP), mesmo com vários percalços disparou nos últimos dias.

“Hoje, os dados de várias pesquisas apontam que Mauro Mendes possui cerca de 70% das intenções de votos, enquanto Wellington ficou travado na casa do 35%”.

Mesmo supostamente sendo apoiador da reeleição do Presidente da República, Jair Bolsonaro juntamente com a exclusividade do “palanque”, do governador Mauro Mendes, o senador ainda não conquistou a totalidade da confiança do eleitorado.

Dados divulgados nesta semana, pela pesquisa Segmenta Dados, registrada sob o nº MT-00631/2022, apontam basicamente em um empate técnico entre Wellington Fagundes e Neri Geller na disputa pelo Senado. Segundo informações de especialistas do cenário eleitoral, a estagnação do candidato à reeleição é um fato que vem acontecendo desde o princípio da disputa, revelando que a disputa ainda está acirrada, devido os problemas que o deputado federal teve no decorrer da campanha.

“Se por um lado está desesperador, rezando para eleição acabar logo, por outro é uma verdadeira corrida contra o tempo, buscando visitar a maior quantidade de pessoas e regiões, em menor espaço de tempo”.

De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, os dados comprovam que se Neri não tivesse os contratempos, já estaria na frente de Wellington, que não conseguiu a transferência de votos tanto do governador, Mauro Mendes, quanto do presidente, Bolsonaro.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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