“Eleições 2022”

“Ganha, mas não Leva”: irregularidades serão determinantes para entalar o grito da vitória

 

Muitos candidatos estão partindo para o tudo ou nada, sem medir as consequências que podem reverter o resultado das eleições.

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Política

Foto: tjam.jus.br

Os ânimos estão cada vez mais exaltados na reta final desta disputa eleitoral, com raras exceções, porém, vale ressaltar que vale tudo não é permitido, existem regras, Leis, que necessitam ser seguidas, para aqueles que insistem em prevalecer o poder dos cifrões, os “pardais” estão voando baixo, pousados em locais improváveis, capitando e denunciando todo e qualquer tipo de irregularidade.

Faltando pouco dias para o eleitorado demonstrar na urna as suas opções, os candidatos intensificam ainda mais os seus trabalhos diários, analisando os dados das pesquisas fidedignas, para intensificar as ações nas regiões onde não estão muito bem, entrando em regiões dominadas pelos adversários, utilizando de todos os recursos e métodos cabíveis, imagináveis, para melhorar as suas condições eleitorais.

Para aqueles que estão muito distante das vagas desejadas, restam apenas cumprir o rito, agora, aos que aparecem com reais chances de vencer, os nove dias restantes são decisivos, é intensificar, mas com cautela, já que o exagero poderá causar um mal-estar nos próximos meses.

Na última legislatura mesmo, teve de senadora a deputado estadual que ganhou e não levou, para este ano não é diferente, existem vários deputados em busca de reeleição que estão com inúmeras pendências na justiça, por supostas irregularidades cometidas, envolvendo desde questões eleitorais, até investigações por desvios de recursos públicos.

Neste pleito não é diferente, dos candidatos novatos aos mais experientes, sem nenhuma exceção, toda cautela é pouca, já que os suplentes, que são os principais interessados nas vagas daqueles que foram eleitos, estarão após o pleito, analisando minuciosamente cada detalhe do vencedor, que por um mínimo deslize, poderá ceder a sua vaga.

Desta forma, como de fato histórico já ocorreu, e o número crescente das denúncias de supostas irregularidades vem se destacando, é esperado novos episódios em 2023 de gente que vai ganhar mais não vai levar.

Para aqueles que apostaram na impunidade e decidiram investir no tudo ou nada, há qualquer preço, podem colocar as “barbas de molho”, porque o prejuízo vai ser grande, já que gastou e ainda vai perder o mandato.

Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, tem eleitor que de tanto ser engado, hoje está também usando de suas artimanhas, negocia de um lado, se compromete por outro, vota de forma secreta em quem ele bem entende, e ainda utiliza do “pardal” como garantia, caso os compromissos não sejam cumpridos.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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