"FAKE NEWS"

Juiz eleitoral manda Twitter retirar vídeo e matéria com discurso de ódio e ofensas a Mauro Mendes

Magistrado também determinou que a plataforma apresente a identificação do criador do perfil.

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Política

Foto: TCE-MT

O juiz eleitoral Sebastião Almeida concedeu liminar à coligação Mato Grosso Avançando, Sua Vida Melhorando, e determinou que o Twitter remova imediatamente vídeo e matéria com discurso de ódio e ofensas ao candidato à reeleição ao Governo do Estado Mauro Mendes (União).

“O texto busca de toda forma atribuir ao candidato MAURO MENDES, a práticas de crimes sem qualquer comprovação, acusando-o e ofendendo sua honra, sem demonstrar a origem das denúncias e ainda sem demonstrar elementos mínimos que possam relacionar o candidato ao caso noticiado. Assim sendo, se evidencia a probabilidade do direito, necessário à concessão da tutela de urgência, vez que a matéria, da forma em que é apresentada, produz reflexos claros no processo eleitoral, tendo ultrapassado os limites da liberdade de informação”, escreveu o magistrado.

Na decisão, Sebastião Almeida também determinou que o Twitter apresente a identificação do criador do perfil @cpinheiros2000, responsável pela postagem dos conteúdos.

Para o juiz, o perfil anônimo realizou postagem de vídeo sem qualquer comprovação, com o intuito de emitir opinião divulgando informações inverídicas e descontextualizadas.

“Da leitura da matéria mencionada acima, depreende-se, sem maiores esforços, que as postagens na rede social Twitter tem o objetivo de atingir a imagem do candidato da coligação representante, pois ao atribuir o título a matéria de “EU TE ODEIO MAURO MENDES”, fica claro o discurso de ódio, além de atribuir ao candidato da representante a prática de crimes, com o fim de causar estados mentais nos eleitores”, afirmou.

“Ademais, da análise do teor da matéria veiculada, em cognição sumária, é possível constatar que sua divulgação foi efetuada com o intuito de emitir a opinião do autor sem qualquer comprovação dos fatos narrados”, completou Sebastião Almeida, determinando multa diária no valor de R$ 10 mil em caso de descumprimento da decisão.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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