“Trupé eleitoral”
Disputa interna dentro dos partidos intensifica “Briga” pelo cargo de deputado
As vagas estão mais concorridas do que esperado, é uma verdadeira batalha de vale tudo para vencer nesta disputa.
Política
O grande problema entre os maiores partidos, é que está faltando “Cocar” para tantos caciques, em determinadas siglas, existem de grandes empresários, deputados com mandatos, líderes sindicais, representantes de categorias, regiões e grandes bairros, até ex-prefeitos, prefeitos, primeiras-damas, chegando aos ex-governadores.
Pronto, o salve-se quem puder está declarado, um verdadeiro “quem pode mais chora menos”, a previsão é de “constelação” no palanque dos partidos que apoiam a reeleição do governador, Mauro Mendes.
Para muitos especialistas da política, nem a lufada, consegue reunir tantos exemplares de alto cacife, se por um lado representa musculatura na disputa da majoritária, por outro, já foi comprovado nos times de futebol, que muitos craques inviabilizam o toque de bola, priorizando a vaidade, o estrelato individual e não do grupo, por isso que muitas equipes tidas como “galácticas”, ficaram distante dos seus objetivos.
“Até na divisão do fundo eleitoral, dinheiro supostamente destinado para uso exclusivo em campanha, já teria virado motivo de discórdia em muito partidos”.
Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o denominado “fogo amigo” está sendo a arma mais utilizada no momento, com um mero detalhe, a troca de artilharia estaria ocorrendo dentro do mesmo partido, já que chegaram à conclusão, depois de muitas contas, que as consideradas maiores siglas, elegem apenas três (03), baseado nos dados do mais otimistas dos matemáticos.
Desta forma, para salvar a pele, o jogo do vale praticamente tudo começou. Candidatos que antes só estavam preocupados em fazer visitas aos eleitores, apresentando propostas e projetos, agora se viram em posição de avaliar as condições dos seus principais adversários dentro do partido, o que estão fazendo, onde, como e quando.
Faltando cerca de 20 dias para eleição, agora é o momento de intensificar as ofensivas, para quem gosta de ver o circo pegando fogo, pode preparar a pipoca, porque muitos fatos ocultos, esquecidos, quase secretos virão à tona, mostrando que nem todos candidatos são tão “’bonzinhos”, quanto aparentam neste momento.
Segundo o “Aracuã do Pantanal”, surpresas e decepções vão marcar as redes sociais e demais veículos de comunicação, será normal os eleitores indecisos tomarem suas decisões, como também, muita gente mudar suas opiniões referente ao nome dos seus representantes.
Agora chegou a hora do “ferrão de bagre debaixo da unha”, ileso e limpo, terão as suas exceções.
Política
Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares
Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.
A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.
Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:
- transporte;
- moradia;
- participação social;
- respeito e inclusão social;
- participação cívica e emprego;
- prédios públicos e espaços abertos;
- comunicação e informação;
- apoio comunitário e serviços de saúde;
- segurança dos idosos.
Conselho
O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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