“Eleição não para”

Na disputa de 2022 já se falam em 2024 e 2026

Quais serão as próximas baixas e lideranças da política em Mato Grosso

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Política

Foto: Marcus Mesquita/Assessoria

Faltando pouco dias para as eleições deste ano, o governador e candidato a reeleição, Mauro Mendes (DEM) revela seguir mesmo caminho do “padrinho político”, e demonstra progressão na vida pública para próxima década rumo ao Senado da República.

“Assim como o rio corre para o mar”, muita gente recebeu esta informação com muita naturalidade, ainda mais quando a perspectiva é entregar praticamente dois mandatos de governador, com aprovação na casa dos 70%, credenciando o nome de Mauro Mendes para outros desafios, como o Senado, que em 2026 terá duas vagas para Mato Grosso, uma hoje ocupada por Jayme Veríssimo de Campos (UB) e a outra, por Carlos Fávaro (PSD).

No caso do senador Carlos Fávaro, é de conhecimento de todos, que ele assumiu a vaga deixada pela senadora eleita, Selma Arruma, quando teve seu mandato cassado pela Justiça. Fávaro ainda tem mais quatro anos para mostrar as suas habilidades como político, seja nos corredores de Brasília, passando pela viabilidade com os prefeitos, vereadores, e principalmente, atendendo a demanda do povo.

Já no caso do senador, Jayme Veríssimo de Campos, já estão rezando uma lenda na “Cidade Industrial”, de que o encerramento com “chave de ouro” na vida pública, da maior liderança política da região, seria comandando novamente o município onde tudo começou, mas para isso será necessário abdicar de dois anos de mandato no Senado, muita gente aposta que a opção não seria Várzea Grande.  

“Da Passagem da Conceição; Figueirinha; Alameda; Cristo Rei; Parque do Lago; Bonsucesso; Souza Lima; São Matheus, entre outras regiões, o assunto já está sendo abordado por muita gente, disque Jayme irá encerrar a vida pública como prefeito de Várzea Grande”.

Além de levantar essas pautas, a fala de Mauro Mendes aguçou as imaginações daqueles que trabalham com projeção de médio e longo prazo, montando prospectos dos mais simples aos avanços, referente aos nomes dos candidatos ao Governo do Estado de Mato Grosso em 2026.

De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores e segundo o “Aracuã do Pantanal”, para quem está começando agora achando que 2026 está longe, já está atrasado, em novembro de 2022, começam as mudanças para as eleições de 2024, boa parte da base para 2026, ou seja, o projeto já foi elaborado e está sendo executado há muito tempo, muitos nomes serão ventilados, especulados, lançados, mas estruturado, são poucos.

Assim, segue o cenário da política, dentro de uma eleição já desenham as próximas disputas, quem serão os próximos vereadores, prefeitos, deputados, senadores e governador de Mato Grosso, é o momento de surgimento das novas lideranças.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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