“Inversão”

Dados X Imagem intrigam eleitorado

Indicadores seguem na contramão das ações populares

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

“Algo de errado não está certo”, assim segue o cenário eleitoral para este ano, com uma verdadeira inversão de valores, se alguns dados mostram uma tendência da opinião pública, referente a preferência para determinados políticos, por outro, os atos do povo revelam o que é de fato.

O último 07 de setembro, foi muito mais que uma data comemorativa em alusão a data que marca um fato histórico no Brasil, o dia em que foi declarado a independência, para o período contemporâneo, foi decisivo, desmistificador, incentivador, revelador, comprovador, mostrando que papel é passivo aos interesses do homem, já as imagens de atos explícitos, ao vivo, sem edições, são no mínimo comprometedoras, uma prova que até pode ser contestável, mas não desvalorizada.

Seguindo neste contexto, as divulgações que os candidatos A; B; C ou D, estão liderando, na frente com vários pontos X; Y ou Z, não possuem mais o peso eleitoral como antigamente, porém, em muitos casos ainda há tempo, quando o político e sua equipe decidirem revelar a veracidade dos fatos.

“É mais fácil acreditar no “Minhocão do Pari”, do que nas boas intenções daqueles que já foram condenados pela Justiça, por desvio de dinheiro público, e mesmo assim, existem divulgações mostrando que esses candidatos estão bem pontuados perante a opinião pública. O Papai Noel vai animar as festas de Carnaval agora”.

Se os últimos atos da massa popular revelaram os fatos, no quesito eleição para presidente, as expectativas agora estão voltadas para as questões regionais, referente as disputas para os cargos de deputados, estadual e federal, senador e governador.

“Os termômetros” poderão ser analisados pelo engajamento de cada atividade, seja um arrastão, carreata, reuniões e comícios, através da empolgação somados a quantidade de participantes.

É correto afirmar, que as pesquisas são de estrema importância para o desenvolvimento de qualquer campanha eleitoral, desde que os dados verídicos sejam utilizados de forma correta.

Pelo que tudo indica, hoje mais vale cada candidato procurar trabalhar com os números das pesquisas contratadas por ele, sendo publicado ou não, deixando os dados da “vida aieia” de lado, porque o eleitor já sabe em quem acreditar.

Do mundo imaginário à realidade dos fatos, o decorrer da campanha eleitoral ainda promete muitas revelações.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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