"PATINANDO"
Senador Wellington Fagundes segue há meses na casa dos 30%
Mesmo com vários anos afirmando buscar por reeleição ao Senado, não ultrapassa 30% das intenções de voto
Política
Do teto à estagnação, se por um lado a média dos 30% das intenções de votos apontadas nas últimas pesquisas, é bem vista por uns, por outro, preocupa os especialistas e anima os adversários, já que o popular “daí não passa”, é visto como oportunidade, para quem tem condições de brigar pela única vaga no Senado.
Especialistas apontam para complicações no decorrer da campanha de reeleição do senador, Wellington Fagundes (PL), já que mesmo com o “palanque” do governador, Mauro Mendes todo para ele, e com o apoio do presidente, Jair Bolsonaro, não surtiram efeitos, pelo que tudo indica, a transferência de votos não está sendo convertida.
A iminência da gravidade no cenário eleitoral, pode ocorrer devido ao fato da desistência da candidatura da Dr. Natasha Slhessarenko (PSB), até mesmo após o episódio da cassação do mandatado de seu principal adversário, Neri Geller (PP), e os números continuam os mesmos.
“O peso de um candidato com apoio do presidente, somado ao governador, com desistência de candidata e pendência de adversário, não consegue progredir em sua campanha, algo de errado não está certo, mesmo com o caminho livre, continua parado”.
Diante deste cenário, para aquecer ainda mais a disputa pela única vaga ao Senado da República, existe o detalhe que todas as pesquisas divulgadas até o momento têm em comum, a maioria dos entrevistados, mais de 53% é formada por eleitores que declararam indecisos, ou que possuem a tendência de votar em branco e nulo.
Ou seja, mesmo com a consolidação na casa dos 30% das intenções de votos, esse número é suficiente para reeleger o senador Wellington Fagundes, ou os dados são mais preocupantes, acendendo um sinal de alerta, e revelando que ainda existe oportunidades para os adversários.
De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores, e segundo o “Aracuã do Pantanal”, atividades ocultas e explícitas estão sendo desenvolvidas, com resultados que irão surpreender até mesmo os mais atentos, causando não só uma reviravolta, mas um verdadeiro capotamento nesta disputa.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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