“Haja Tatuzão”
“Incógnitas”: Eleições 2022 em MT de tudo certo ao nada resolvido
Interferência da Justiça, MPE, TRE, PGE, PF estão mudando constantemente o cenário eleitoral
Política
Cada vez mais aquilo que parece certo, com tendência de ser o caminho correto, tem mudança, a iminência de uma verdadeira “explosão nuclear de dejeto”, paira sobre as disputas eleitorais no estado de Mato Grosso, que de imediato está causando apreensão até daqueles que supostamente não têm “rabo preso”.
Nos últimos dias, um pequeno ensaio já foi apontando entre os candidatos, protagonistas, que disputam a única vaga ao Senado da República. Porém, segundo informações de fontes ligadas aos bastidores, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, as bombas irão explodir em todos os níveis, seja entre os candidatos ao cargo de deputados estadual, federal, senador, até ao governo do estado.
Os dossiês estariam sendo montados desde a confirmação das candidaturas, no início deste mês de agosto, com dados informando das características minuciosas da árvore genealógica, até detalhes das últimas movimentações, discreta ou supostamente secreta nos setores político, econômico, administrativo e social, daqueles candidatos que hoje ocupam os papeis de protagonistas nesta disputa.
Os objetivos seriam mostrar para sociedade quem é quem na ordem do dia, e se mesmo assim os denunciados conseguirem vencer as eleições, terão pela frente o crivo rigoroso da Justiça, acontecendo um verdadeiro “déjà vu” na história política de Mato Grosso.
Se para muitos a disputa estava sendo apontada como morna, apática, sem nenhuma das características que se assemelham ao cotidiano das campanhas eleitorais de Mato Grosso, o “céu de brigadeiro” está dando lugar para “verdadeiras tempestades”, “furações”, “tsunamis”, que poderão inviabilizar determinados nomes, e potencializar outros.

Foto: brasilinks
Segundo informações do “Aracuã do Pantanal”, os resultados das próximas pesquisas, previsto para serem divulgados até o final desta semana, irão potencializar ainda mais a sedenta troca de acusações, e realização de denúncias, que poderá alterar automaticamente o cenário da corrida eleitoral.
“Seria tanta merda no ventilador, que nem toda frota de tatuzão do estado teria condições de limpar”.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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