“Vale de indecisões”
Disputa ou maldição pela única vaga ao Senado
Com a inviabilidade dos protagonistas seja por questões jurídicas ou de saúde vaga pode cair no colo do improvável.
Política
Nem os mais pessimistas dos especialistas envolvidos na corrida eleitoral deste ano, poderia ao menos imaginar tal situação, os protagonistas que disputam a única vaga ao Senado da República com dificuldades, porém, ainda adversas.
Se por um lado o deputado federal, Neri Geller atravessa “turbulência”, devido questões jurídicas, por outro, o seu principal adversário, senador Wellington Fagundes estaria com problema de saúde, quando teria sido internado as presas em um hospital nas últimas horas.
De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, a decorrência de stress resultando em oscilação da pressão, seria alguns dos motivos que levaram o senador parar no hospital.
Para vários especialistas, devido as dificuldades dos atuais protagonistas, o momento é propício para o surgimento de uma terceira via, ainda se for uma pessoa que não tenha vida pública com segredos obscuros no passado, que se for revelado possa interferir de imediato na campanha eleitoral.
Hoje, nesta disputa, pelo que os fatos indicam, tudo pode acontecer, a reviravolta é o mais provável. De concreto é, nada está certo, aqueles que aparecem por último nas intenções de votos, podem surpreender, já que tanto o povo, como os empresários, precisa de gente em condições de trabalhar no Senado da República.
De acordo com “Aracuã do Pantanal”, por essa os caciques que supostamente interferiram na disputa do Senado em Mato Grosso, não contavam, já que na atual conjuntura do cenário político, a denominada terceira via que desistiu, teria hoje caminho aberto para decolar, contornar a tempestade, e voar em céu de brigadeiro.
“Tem imposição que custa caro”.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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