"FAZEM AS OBRAS E AÇÕES ACONTECEREM"
“Mauro e Virginia se completam; ele é o lado gestor e ela do cuidado com as pessoas”, afirma presidente de associação de catadores
A presidente da Asmats explicou que a atuação da primeira-dama do Estado não se restringiu apenas aos catadores associados, atendendo a todos que estivessem trabalhando no lixão.
Política
“Sempre se falou que atrás de um grande homem, tem uma grande mulher e é verdade. Se ela não fosse essa mulher forte, ele não estaria onde está hoje, porque eles se completam, são um corpo só no Governo. Ele é o lado empresarial, do bom gestor, e ela é o lado social, do cuidado com as pessoas. E é por isso que as obras e ações sociais acontecem no Estado inteiro”.
A declaração é da presidente da Associação de Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis Mato Grosso Sustentável (Asmats), Cidinha Nascimento, sobre o governador Mauro Mendes (União) e a primeira-dama Virginia Mendes.
Mauro é candidato à reeleição ao Governo e Cidinha defendeu o segundo mandato do atual gestor do Executivo Estadual. Ela contou que tem visto obras e ações “pelos quatro cantos de Mato Grosso”.
“Ele faz muito pelo nosso Estado. É esse olhar empresário dele que faz com que seja o bom governador que é, sabe que tudo que faz é bom para a população. Como governador, Mauro está de parabéns e eu voto nele, porque admiro demais o homem trabalhador que é. Ele é político porque quer, porque gosta de fazer bem ‘pras’ pessoas”, disse a presidente.
Para Cidinha, mesmo obras de infraestrutura, como asfaltamento de rodovias, são ações sociais, porque beneficiam toda a população e garantem o ir e vir das pessoas. Ela lembrou das parcerias do governador com os prefeitos, que estão garantindo obras no interior dos municípios.
“A gente mora na cidade e vejo que tem obra em todo lado, não só em rodovias, uma interação dele com os prefeitos e isso não é bom só para poucos não. O asfalto não é só asfalto, ele leva desenvolvimento e beneficia toda uma cadeia, desde o produtor que pode escoar seus produtos, até os moradores que conseguem ir e vir com tranquilidade. Antes, todo lugar que passava era poeira ou lama, agora, rodovia é um tapete, temos conforto e qualidade nas viagens”, apontou.
Ações sociais coordenadas por Virginia
Cidinha contou que há 30 anos atua como catadora de materiais recicláveis e foi através da profissão que pode conhecer Virginia pessoalmente. “Ela fez questão de ir no lixão de Várzea Grande para nos conhecer. Nunca uma primeira-dama tinha ido no lixão, nem do Estado nem do município, mas lá estava ela, conhecendo os catadores e distribuindo cestas básicas”.
Segundo ela, a vida de catador não é fácil e ficou ainda pior na pandemia. “Antes, eu sempre falava: quer me dar alguma coisa, me dá trabalho, porque gero renda. Mas, na pandemia, foi muito doído. Perdemos nosso ganha pão, porque não nos deixavam entrar nos locais, por conta da doença. Fomos para o lixão, mas os compradores pararam de comprar o que tinha”.
A presidente da Asmats explicou que a atuação da primeira-dama do Estado não se restringiu apenas aos catadores associados, atendendo a todos que estivessem trabalhando no lixão.
“Todo mês, nos primeiros dias de cada mês, o sacolão chegava para 300 pessoas do lixão. As cestas básicas tinham uma importância muito grande, principalmente naquele momento, garantiram nosso alimento e sabíamos que teríamos dinheiro para outras despesas. Hoje, continuamos recebendo o sacolão, mas não no lixão. Agora recebemos as que são entregues pelo governo em parceria com a prefeitura de Várzea Grande, porque sabemos que o Estado precisa dos municípios para chegar a todos que mais precisam”, afirmou.
Ela reforçou que o trabalho de Mauro e Virginia se complementa, tanto em ações sociais, como em melhorias de infraestrutura, saúde e educação. “A Virginia tem um olhar diferenciado na vulnerabilidade, ela vê uma solução de solidariedade. Esse é trabalho dela, e dele [Mauro Mendes] também, porque é o fato dele ser governador que possibilita essa atuação dela, possibilita que ela conheça pessoas como eu e possa trabalhar com todos. Aprendi que ela gosta das pessoas e tem esse olhar diferente, faz o bem sem olhar a quem, e tudo está melhorando em nosso Estado”, destacou Cidinha.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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