“Sem Oposição”

Ações jurídicas mudam e definem cenário da corrida eleitoral em MT

Vários candidatos foram alvos da Justiça e ficaram impossibilitados de disputar as eleições

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Política

Foto: portal.trt12.jus.br

“De mamando a caducando”, como dizem os pantaneiros, assim está acontecendo a mudança na corrida eleitoral, devido questões jurídicas, seja para os concorrentes ao cargo a deputados estadual e federal, senador, até governador.

Desde a semana passada que vários veículos de comunicação vinham anunciando, a palavra mais temida entre os candidatos no momento, “impugnação”, que já deixou e poderá deixar muita gente de fora do páreo.

Assim, como já aconteceu com aqueles que disputavam o cargo deputado estadual e federal, agora o candidato ao Senado, Neri Geller também pode ficar de fora, sem falar de Marcia Pinheiro, que não apresentar as devidas condições através das certidões, irão deixar a disputa sem oposição.

Se for colocar lista de inapropriados em exercer os direitos políticos por questões jurídicas, a matéria terá características da tradicional “barsa”, já que investigados, denunciados, ex-detentos e ex-tornozelados, punidos por supostos envolvimentos em desvios de recursos públicos.

Neste sentido, a Justiça ia colaborar diretamente com eleitorado, deixa boa parte dos candidatos de fora, se for punir “Chico da mesma forma que Francisco”, já que se levantar as condições da “capivara”, de muitos indivíduos (as), será necessário um programa de repovoamento da espécie no Pantanal, “olha que lá tem muita”.

Segundo informações de fontes dos bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o clima de já ganhou, mesmo sendo no início da corrida eleitoral, vem tomando conta de alguns comitês, principalmente de determinado candidato ao Senado da República, com alcunha de “melancia”. Ato que está criando uma verdadeira comoção entre os demais políticos, repudiando tal atitude considerada com alto teor de arrogância, inapropriada para este tipo de disputa.

Um verdadeiro imbróglio foi criado nesta semana, na corrida eleitoral do estado, pelo que tudo indica, muitas reviravoltas acontecerão, resta saber até que ponto as “forças ocultas” irão intervir diretamente nas “peças opostas deste tabuleiro”.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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