“Assembleia Legislativa”

Cogitações apontam dos favoritos aos incompatíveis

De trabalhos prestados aos punidos por desviar recursos públicos concorrem a uma vaga na Casa de Leis.

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Política

Foto: Marcos Vergueiro - Secom-MT

Depois das primeiras pesquisas divulgando dados sobre a preferência e as tendências do eleitorado para os cargos de senador e governador do Estado, os holofotes ficaram voltados para os próximos ocupantes da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso.

Para quem está acompanhando os movimentos desde o período de pré-candidatura, viu que existe de tudo em busca de uma vaga na Casa de Leis, dos trabalhadores mais humildes, aos mais afortunados, como também aqueles que possuem a popular ficha limpa com uma reputação ilibada, transparente, pura e cristalina, até aqueles de frequentaram o Centro de Custódia da Capital, utilizaram por longo tempo o acessório no tornozelo denominado de “wi-fi”, punição justamente pelos supostos desvios de recursos públicos.

Independete das características dos candidatos, assim como vem acontecendo nas últimas eleições, especialistas esperam por uma grande taxa de renovação, acima dos 50%, ou seja, apenas 12 dos 24 deputados devem retornar aos seus cargos na Assembleia.

Nos últimos anos, vários parlamentares foram destaques, seja pela oposição, omissão, transferência para base, teve também aqueles que prometeram demais e não conseguiram cumprir, e os que desenvolveram trabalhos que foram de encontro com as necessidades da população.

Segundo informações de bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, tem deputado que vem prometendo pela terceira eleição consecutiva, a mesma obra, mas até agora o povo não viu a cor do asfalto.

“Sem falar daqueles que após a vitória, há quatro anos, esqueceu da base, não fomentou as lideranças e agora está tendo dificuldades com a campanha, que poderá custar muito mais que o estimado”.

Hoje, devido ao maior acesso às informações, o eleitor possui mais condições de avaliar a situação do político que possa vir representar a sociedade, não basta mais fazer promessas, tem que ter mostrado trabalho, mesmo antes de estar eleito, porque trabalhar com dinheiro alheio, qualquer um faz.

“Muitos empresários endinheirados falando: quero ser eleito para trabalhar pelo povo, mas com a fortuna dele nada tem feito até o momento, o povo está de olho e não vai cair nesta”.

Pelo que tudo indica, a tendência vai para aqueles candidatos mais humildes, com trabalhos prestados em suas regiões, do que para os milionários, retidos no passado achando que ainda no dia se resolve tudo. Vale ressaltar que outubro já é período das águas, vai que chove muito e as enxurradas levam até as malas embora.

As características dos eleitores mudaram, só palavras, voam ao vento, promessas são coisas do passado, para aqueles que de fato não fez, podem escolher outro lugar para fazer.

O povo aguarda dados de uma pesquisa fidedigna para avaliar as condições dos candidatos ao cargo de deputado estadual.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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