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Com trânsito livre entre os poderes, Botelho é apontado como o “Pacificador” nos momentos de crise

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Da Redação

Nos momentos de crise, o nome do deputado e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho (DEM) está sendo apontado como o pacificador, foi assim com a greve dos servidores da educação, com a questão da RGA, no Projeto de Proibição da Pesca e agora na pandemia do coronavírus.

Mesmo sem tratar de assuntos políticos, o deputado vem demonstrando sapiência, quando é necessário tomar decisões em conjuntos, aliás, desde a formação de um conjunto.

“Nos últimos dias, foi realizada uma reunião entre os poderes Prefeitura de Cuiabá, Prefeitura de Várzea Grande, Tribunal de Justiça, Governo do Estado e Assembleia Legislativa, quando decidiram tornar homogenia as ações de combate a pandemia do coronavíruas”.

Botelho mostrou preocupação com resguardar a vida da população, como também, interesse em proporcionar condições para as pessoas que não são assalariadas, que dependem do trabalho do dia-a-a-dia, para levar o sustendo de sua família.

“Eu já fui feirante, e sei muito bem como é, se a pessoa fica doente e não tem como trabalhar, não tem como comprar comida, como cumprir com os seus compromissos”, ressaltou Botelho.

Desta forma, o deputado defende a elaboração de medidas que venham atender as necessidades desta categoria.

“A pessoa que tem família para sustentar e não tem salário, quando olhar para dispensa e geladeira vazia, com o filho pedindo comida, não vai ficar dentro de casa, temos que agir rapidamente para atender essas pessoas”, ressaltou Botelho

A habilidade de Botelho está deixando seu nome em destaque, tanto na questão social, atendendo os interesses e necessidades do povo, como no cenário da política, apaziguando em momentos de crises e mostrando astúcia em tomada de decisões.

Com três eleições por vir, uma vaga no Senado da República, a Eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, e as eleições municipais, como as Prefeitura de Cuiabá e Várzea Grande, resta saber qual o caminho que será disputado por Botelho.

 

Foto: Fablício Rodrigues / ALMT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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