“Tudo Morno”

Com raríssimas exceções seguem as campanhas sem emoção em MT

Onde estão os erros, determinação dos candidatos ou na estratégia da equipe do marketing.

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Política

Foto: Diego Herculano

Por onde se passa muitas pessoas opinam pelo cenário político deste ano, com diversos teores, críticas e ideias, porém, algo em comum chama atenção, a palavra “morna”, das frases, “sem empolgação” ou “não transmite emoção”.

Após a equipe de reportagem do site omatogrosso.com, ouvir essas informações deste estrato da amostra representativa da sociedade, seja em Cuiabá e Várzea Grande, foi consultar alguns jornalistas, publicitários, marqueteiros, entre outros especialistas de política, referente a campanha eleitoral no estado de Mato Grosso.

Com raríssima exceção, a opinião popular foi ganhando embasamento técnico dos profissionais do mercado, quando apontaram questões envolventes desde a falta de criatividade, como por exemplo, os populares jingles, “mais parecendo que foram adquiridos em sites especializados”, passando pela estruturação dos discursos, até o desenvolvimento estratégico da campanha.

Pelo que tudo indica, aquela tal militância virou coisa do passado, ou até mesmo folclore. Aqueles cabos eleitorais que disputavam palmo a palmo, de uma região, bairro e casa, levando os nomes dos seus candidatos, não são mais como os de antigamente.

Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, a preferência pela divulgação das ações nas redes sociais, em grande quantidade, sem se importar com o critério da qualidade, está tomando o espaço do corpo a corpo, para determinados candidatos, que hoje seguem a tendência de mostrar vídeos engraçados, aos moldes dos youtubers, buscando um público mais jovem, deixando em segundo ou terceiro plano, as tradicionais apresentações de projetos e propostas no antigo olho no olho.

É fato afirmar sobre o período de mudança, quando se refere em diretrizes de campanha eleitoral, o momento vai deixar claro sobre quais ações são bases e os complementos, prioridades e acessórios, porém, de momento, mais parece que tanto lado A, B e C estão ponderados, cautela seria a palavra de ordem, não se arriscam com medo de errar, mas vai que acerta.

De acordo com o “Aracuã do Pantanal”, a audácia do investimento em emoção, será decisivo neste momento denominado de marasmo, só resta às equipes identificarem onde, como fazer, o quando, já está atrasado.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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