“Tudo Morno”

Com raríssimas exceções seguem as campanhas sem emoção em MT

Onde estão os erros, determinação dos candidatos ou na estratégia da equipe do marketing.

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Política

Foto: Diego Herculano

Por onde se passa muitas pessoas opinam pelo cenário político deste ano, com diversos teores, críticas e ideias, porém, algo em comum chama atenção, a palavra “morna”, das frases, “sem empolgação” ou “não transmite emoção”.

Após a equipe de reportagem do site omatogrosso.com, ouvir essas informações deste estrato da amostra representativa da sociedade, seja em Cuiabá e Várzea Grande, foi consultar alguns jornalistas, publicitários, marqueteiros, entre outros especialistas de política, referente a campanha eleitoral no estado de Mato Grosso.

Com raríssima exceção, a opinião popular foi ganhando embasamento técnico dos profissionais do mercado, quando apontaram questões envolventes desde a falta de criatividade, como por exemplo, os populares jingles, “mais parecendo que foram adquiridos em sites especializados”, passando pela estruturação dos discursos, até o desenvolvimento estratégico da campanha.

Pelo que tudo indica, aquela tal militância virou coisa do passado, ou até mesmo folclore. Aqueles cabos eleitorais que disputavam palmo a palmo, de uma região, bairro e casa, levando os nomes dos seus candidatos, não são mais como os de antigamente.

Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, a preferência pela divulgação das ações nas redes sociais, em grande quantidade, sem se importar com o critério da qualidade, está tomando o espaço do corpo a corpo, para determinados candidatos, que hoje seguem a tendência de mostrar vídeos engraçados, aos moldes dos youtubers, buscando um público mais jovem, deixando em segundo ou terceiro plano, as tradicionais apresentações de projetos e propostas no antigo olho no olho.

É fato afirmar sobre o período de mudança, quando se refere em diretrizes de campanha eleitoral, o momento vai deixar claro sobre quais ações são bases e os complementos, prioridades e acessórios, porém, de momento, mais parece que tanto lado A, B e C estão ponderados, cautela seria a palavra de ordem, não se arriscam com medo de errar, mas vai que acerta.

De acordo com o “Aracuã do Pantanal”, a audácia do investimento em emoção, será decisivo neste momento denominado de marasmo, só resta às equipes identificarem onde, como fazer, o quando, já está atrasado.

 

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Política

Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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