Mato Grosso
Prefeitura realiza 22 ações de higienização e desinfecção em quatro dias
Mato Grosso
Da Redação.
Iniciada pela Prefeitura de Cuiabá no último sábado (28), a operação de higienização e desinfecção em espaços públicos foi realizada em 12 locais diferentes. Seguindo um cronograma semanal, montado pela Secretaria de Serviços Urbanos, as duas equipes disponibilizadas para esse serviços já executaram, ao longo desses primeiros quatro dias, 22 ações.
“O isolamento social continua sendo a principal forma de inibição do contágio do novo coronavírus (Covid-19). Porém, ao mesmo tempo, temos que alinhar isso com outras ações de prevenção. A higienização, com o produto a base de cloro, tem se mostrado eficaz em outros centros urbanos que também adotaram esse medida. Por isso, implantamos na Capital também”, explica o prefeito Emanuel Pinheiro.
A operação tem como prioridade o atendimento de espaços por onde fluxo de pessoas é maior. Nesse período em andamento, já foram atendidos as policlínicas do Pedra 90, Pascoal Ramos, Coxipó, Verdão, Posto de Saúde do Jardim Leblon, Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá e Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) — Dr. Leony Palma de Carvalho.
Além das unidades de saúde, o trabalho alcançou ainda as praças Maria Taquara, Bispo Dom José, Ipiranga, Alencastro, bem como as estações e pontos de embarque e desembarque de passageiros instaladas nelas. A área frontal do Palácio Alencastro também recebeu a operação de higienização e desinfecção.
“Estamos com duas equipes, cada uma com três borrifadores, fazendo essa atividade diariamente. O produto não causa nenhum tipo de prejuízo ao servidor que o manuseia, mas é eficaz nesse combate ao coronavírus. É importante destacar que todos os trabalhadores estão equipados com macacão, botas, luvas e máscara”, pontua o secretário de Serviços Urbanos, José Roberto Stopa.
Foto: Luiz Alves/Prefeitura CBA
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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