“Está Sumida”
Mistérios ocultam parâmetros estatísticos neste início de campanha em MT
“Algo de errado, não está certo” neste pleito, além do comportamento dos candidatos com característica de “cavalheirismo”, até o exato momento não se ouve falar em quem está na frente ou é o mais rejeitado pela população.
Política
Ainda não se sabe porque causa, circunstância ou razão as equipes dos candidatos que concorrem a eleição deste ano em Mato Grosso, estão ocultando, os dados das pesquisas que avaliam a situação de cada um, frente a opinião popular.
Quem está na frente? Os favoritos? A maior rejeição? Aqueles que não decolaram? A estagnação de uns? Nomes que estão surpreendendo e decepcionando? São esses os dados divulgados pelas realidades dos fatos, quando as pesquisas são realizadas de forma fidedigna.
“Algo de errado, não está certo” neste pleito, além do comportamento dos candidatos com característica de “cavalheirismo”, até o exato momento não se ouve falar em quem está na frente ou é o mais rejeitado pela população. Pelo que tudo indica, os indicadores estão indo muito além de agradar e decepcionar.
Não só os concorrentes aos cargos de deputados estadual, federal, senador e governador, como também, boa parte dos eleitores, apoiadores de determinados grupos ou não, querem saber a que anda o nome do seu postulante, já que ninguém entra em uma disputa para degustar do “gosto amargo da derrota”.
Segundo informações de bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, assim como as trocas de farpas, acusações, revelações, entre outros atos que geralmente fazem parte de uma campanha, com objetivo de desconstruir a imagem do adversário, a revelação dos dados das pesquisas também estaria aguardando o primeiro passa de um determinado grupo, ou seja, “quem vai dar o primeiro tapa”, para começar o “trupé”.
Por outro lado, especialistas em política, afirmam que as atividades mais intensas, serão depois da inauguração dos conhecidos comitês, e principalmente depois do dia 12 de setembro, até lá, como muita gente ainda corre alto risco em ficar de fora, com apenas uma “canetada” do Tribunal Regional Eleitoral, ponderação é a palavra de ordem, já que não vale a pena se desgastar, correndo risco de “nadar, nadar e morrer na praia”.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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