“Está Sumida”

Mistérios ocultam parâmetros estatísticos neste início de campanha em MT

“Algo de errado, não está certo” neste pleito, além do comportamento dos candidatos com característica de “cavalheirismo”, até o exato momento não se ouve falar em quem está na frente ou é o mais rejeitado pela população.

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Ainda não se sabe porque causa, circunstância ou razão as equipes dos candidatos que concorrem a eleição deste ano em Mato Grosso, estão ocultando, os dados das pesquisas que avaliam a situação de cada um, frente a opinião popular.

Quem está na frente? Os favoritos? A maior rejeição? Aqueles que não decolaram? A estagnação de uns? Nomes que estão surpreendendo e decepcionando? São esses os dados divulgados pelas realidades dos fatos, quando as pesquisas são realizadas de forma fidedigna.

“Algo de errado, não está certo” neste pleito, além do comportamento dos candidatos com característica de “cavalheirismo”, até o exato momento não se ouve falar em quem está na frente ou é o mais rejeitado pela população. Pelo que tudo indica, os indicadores estão indo muito além de agradar e decepcionar.

Não só os concorrentes aos cargos de deputados estadual, federal, senador e governador, como também, boa parte dos eleitores, apoiadores de determinados grupos ou não, querem saber a que anda o nome do seu postulante, já que ninguém entra em uma disputa para degustar do “gosto amargo da derrota”.

Segundo informações de bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, assim como as trocas de farpas, acusações, revelações, entre outros atos que geralmente fazem parte de uma campanha, com objetivo de desconstruir a imagem do adversário, a revelação dos dados das pesquisas também estaria aguardando o primeiro passa de um determinado grupo, ou seja, “quem vai dar o primeiro tapa”, para começar o “trupé”.

Por outro lado, especialistas em política, afirmam que as atividades mais intensas, serão depois da inauguração dos conhecidos comitês, e principalmente depois do dia 12 de setembro, até lá, como muita gente ainda corre alto risco em ficar de fora, com apenas uma “canetada” do Tribunal Regional Eleitoral, ponderação é a palavra de ordem, já que não vale a pena se desgastar, correndo risco de “nadar, nadar e morrer na praia”.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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