“Peso Pesado”

Uma “constelação” é formada pelos concorrentes do UB à Assembleia Legislativa

Com vários nomes de peso já conhecido do eleitoral, partido poderá ter dificuldades com pulverização dos votos

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

Ainda não se sabe ao certo, se ter tantos “nomes de pesos” em disputa pelo mesmo cargo, irá potencializar, elegendo o maior número de participante, ou vai prejudicar, não atingindo as expectativas, devido a pulverização dos votos, deixando até aqueles que estavam com a eleição garantida, para fora do mandato.

Hoje, o Partido União Brasil conta com lideranças como o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, sem falar do ex-secretário de Saúde do estado, Gilberto Figueiredo, como também, os demais parlamentares em busca da reeleição, como Sebastião Rezende, Dilmar Dal Bosco e Xuxu Dal Molin.

Foto: Divulgação

“ O ex-governador Júlio José de Campos, também faz parte deste time, que disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa, carregando a bandeira do União Brasil”.

De acordo com informações dos especialistas em política, o partido vai ter dificuldades, rusgas, entraves, um verdadeiro embate interno, já que possui cerca de seis nomes considerados fortes, com a tendência de eleger no máximo três, neste sentido, 50% dos figurões vai ficar de fora.

Foto: STRINGFIXER

Neste sentido, será natural o brilho de uma estrela ofuscar o da outra, prevalecendo a mais irradiante e poderosa, porém, existe a popular estrela cadente, aquele objeto que despenca do céu, deixando um rastro luminoso por onde passa, este é um risco quando se tem só craque no time, e ninguém passa a bola e não faz gol, como a regra da disputa é clara, “quem não faz leva”, a probabilidade da disputa interna beneficiar os adversários é grande, já neste grupo falta cocar para tantos caciques.

Logo vai começar a campanha declarada, com mais anúncios e investidas, com concorrentes pedindo voto nos quatro cantos de Mato Grosso, resta saber quem vai estar em condições até a linha de chegada, porque a validade das ações pautadas em cordialidade e cavalheirismo, já tem dia e hora marcada para acabar, “salve-se quem puder”.

 

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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