“Peso Pesado”

Uma “constelação” é formada pelos concorrentes do UB à Assembleia Legislativa

Com vários nomes de peso já conhecido do eleitoral, partido poderá ter dificuldades com pulverização dos votos

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

Ainda não se sabe ao certo, se ter tantos “nomes de pesos” em disputa pelo mesmo cargo, irá potencializar, elegendo o maior número de participante, ou vai prejudicar, não atingindo as expectativas, devido a pulverização dos votos, deixando até aqueles que estavam com a eleição garantida, para fora do mandato.

Hoje, o Partido União Brasil conta com lideranças como o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, sem falar do ex-secretário de Saúde do estado, Gilberto Figueiredo, como também, os demais parlamentares em busca da reeleição, como Sebastião Rezende, Dilmar Dal Bosco e Xuxu Dal Molin.

Foto: Divulgação

“ O ex-governador Júlio José de Campos, também faz parte deste time, que disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa, carregando a bandeira do União Brasil”.

De acordo com informações dos especialistas em política, o partido vai ter dificuldades, rusgas, entraves, um verdadeiro embate interno, já que possui cerca de seis nomes considerados fortes, com a tendência de eleger no máximo três, neste sentido, 50% dos figurões vai ficar de fora.

Foto: STRINGFIXER

Neste sentido, será natural o brilho de uma estrela ofuscar o da outra, prevalecendo a mais irradiante e poderosa, porém, existe a popular estrela cadente, aquele objeto que despenca do céu, deixando um rastro luminoso por onde passa, este é um risco quando se tem só craque no time, e ninguém passa a bola e não faz gol, como a regra da disputa é clara, “quem não faz leva”, a probabilidade da disputa interna beneficiar os adversários é grande, já neste grupo falta cocar para tantos caciques.

Logo vai começar a campanha declarada, com mais anúncios e investidas, com concorrentes pedindo voto nos quatro cantos de Mato Grosso, resta saber quem vai estar em condições até a linha de chegada, porque a validade das ações pautadas em cordialidade e cavalheirismo, já tem dia e hora marcada para acabar, “salve-se quem puder”.

 

 

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Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis

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Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.

A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.

Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.

Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.

O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.

Fonte: ALMT – MT



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