“CPFs à parte”
Muitos que seguem Mauro vão na contramão de Wellington
Transferência de votos não é fato quando diz respeito a corrida eleitoral envolvendo Governo do Estado e Senado da República
Política
Como a maioria dos 141 prefeitos do estado de Mato Grosso, declarou apoio à reeleição do governador, Mauro Mendes, teoricamente este poderio eleitoral resolveria qualquer parada, porém, nem todos estão no mesmo barco, há quem chegou de última hora, “exigindo a janelinha”, “toalhas brancas”, e só o “filé de pacu peva”, mas pelo que tudo indica, o “leite talhou”, no quesito transferência de voto, já que os CPFs são diferentes.
Pegar carona com baixo custo, tentando usufruir dos louros de suor alheios, seria uma estratégia que até poderia funcionar, se os apoios fossem conquistados, mas de acordo com os fatos, como as ordens estão sendo apresentadas de cima para baixo, os atos não estão sendo bem vistos, aquilo que poderia ser organizado por uma conversa, está ficando cada vez mais bagunçado, com ações que caracteriza imposição.
Seguindo neste contexto, aqueles mais de 100 prefeitos que declararam apoio ao governador, Mauro Mendes, até o momento, não se sabe porque causa, circunstância ou razão, ainda não manifestaram publicamente que vão apoiar o senador, Wellington Fagundes na campanha de reeleição.
Durante esta semana, dois apoiadores do governador de Mauro Mendes, o presidente da Assembleia Legilativa, deputado Eduardo Botelho juntamente com o primeiro secretário, Max Russi manifestaram as suas insatisfações na imprensa, devido ao comportamento que o senador vem adotando.
“Acertar só com Brasília sem conversar com as bases não adianta”.
“O senador tem que vestir a capa da humildade e conversar com os demais”
“Se com os deputados, prefeitos, vereadores ele não está falando, imagine com as lideranças de bairros, e o mais importante de tudo o povo, algo de errado não está certo”.
Essas e outras informações tomaram conta da corrida eleitoral nos últimos dias, revelando que mesmo sendo o único detentor do tão cobiçado espaço no palanque do governador Mauro Mendes, o senador pelo que tudo indica, esqueceu de combinar com os demais componentes que fazem parte do cenário da política.
“Transferência de voto não conquistada, falhou”.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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