“Caso indefinido”

Uma vaga que mais significa a disputa de quem pode mais

Agro ou empreiteiras, seja do lado A ou B os representantes já demonstram que essa disputa vai muito além do Senado da República.

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Política

Quando tudo parecia resolvido, eis que o sinônimo da “mosca azul” atacou, já que as principais lideranças que estão apoiando a reeleição do governador, Mauro Mendes demonstraram total descontentamento com o comportamento adotado pelo senador, Wellington Fagundes (PL).

O que antes era apenas questões de bastidores, oculto e discreto, nos últimos dias se tornou explícito, com divulgações e afirmações publicadas na imprensa regional, como é o caso de deputados estadual, a exemplo do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, que não poupou críticas, sugerindo até uma “dose” extra de humildade ao candidato à reeleição, Wellington Fagundes.

Assim como Botelho, que é o presidente da Casa de Leis, está pontuando que só porque Wellington tem apoio declarado do presidente da República, Jair Bolsonaro, não está conversando com os grupos, outras pessoas também já perceberam tal atitude.

“O apoio do presidente nesta corrida eleitoral é de extrema importância, mas será que ele vai conseguir transferir tantos votos para eleger alguém, que está dando as costas para os possíveis aliados e menosprezando a inteligência do povo? ”.

Além dos deputados, prefeitos, vereadores, lideranças, e boa parte da população em geral está repudiando este tipo de comportamento, característico de “salto alto”, o famoso “já ganhou”.

Vale ressaltar que o embate está apenas começando, a iminência de uma reviravolta é grande, isso mostra que a situação para Wellington não está definida, pelo contrário, fica cada vez mais delicada, já que o descontentamento e declarações, até daqueles que poderiam ser aliados, revelam para o eleitorado, as verdades sobre o senador.

Segundo informações de fontes ligadas a corrida eleitoral e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, nem foi dado “o apito do início da partida”, e o comportamento revela “o grito do já ganhou”, nem tudo depende apenas do Bolsonaro, nem mesmo a derrota, caso o senador prefira consertar a velha estrada do que construir novos caminhos. “Não deve dar mais tempo”…

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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