“É Natural”

Após convenções “suco de laranja” é inflacionado em MT

O que vale na ordem do dia é declarar apenas a verdade diante dos fatos

Publicado em

Política

Foto: (Getty Images/EyeEm)

Logo depois do período de convenção partidária, quando as confirmações das candidaturas começam a perder os holofotes, eis que surgem os espantos da população, com os atos de declarações de bens, das fortunas dos mais endinheirados, candidatos na eleição deste ano, como em eventos políticos é proibido a distribuição de bebidas alcoólicas, só resta brindar com água, café ou no máximo muito “suco de laranja”.

Ainda mais neste período de tanta correria, pressão, ansiedade, desgaste físico e mental, dos políticos, um suco de laranja, sabe bem, com todos os benefícios que boa parte das pessoas conhecem, melhora o funcionamento do sistema digestivo, protege contra doenças cardiovasculares, controla a pressão alta, ajuda a controlar a glicemia, fortalece o sistema imunológico, retarda o envelhecimento, melhora a saúde dos olhos, previne a anemia, entre outro é notório de conhecimento histórico popular, que da laranja se utiliza tudo, do brinde com o suco até a ração e adubo com o bagaço. É muito utilidade para uma apenas uma fruta denominada de “laranja”.

Para aqueles que estão na vida púbica, já se acostumaram com a presença da fruta no seu cotidiano, é suco de laranja no café da manhã, almoço, lanche da tarde e no jantar, com raríssimas exceções, e para aqueles que vão entrar neste cenário, é bom se abdicar desta iguaria, porque para aqueles que consumiram em excesso, o que parecia colaborar acabou prejudicando.

Desta forma, mesmo nos eventos de declarações de bens dos candidatos, é melhor evitar o suco de laranja, dependendo da situação pode causar azia, má digestão, em casos mais graves até diarreia. Para aqueles que vão permanecer ou ingressar na vida pública, a melhor bebida nos eventos é água mineral, natural, límpida, pura, transparente, de uma fonte que garanta a sua dignidade, idoneidade, mostrando que é possível segui na vida pública com novos hábitos.

“A Lei da oferta e procura, era tanta gente procurando por laranja, que beber um suco ficou muito caro em Mato Grosso”.

Pelo que tudo indica, os velhos costumes ainda prevalecem para muita gente, já que o preço do “suco de laranja” disparou nos últimos dias, devido à procura de tanta gente que estava em busca de proteger o seu sistema “imunológico”.

Pronto, de momento está tudo dominado, as candidaturas confirmadas, as declarações de bens realizadas, uns ficaram mais ricos nos últimos anos, outros menos ricos, algumas pessoas acreditando, outras duvidando, teve até gente questionando: como pode depois de tanto tempo de vida pública ter só isso?

É natural a tendência de políticos desprovidos de grandes fortunas, até porque os agentes públicos têm como missão trabalhar para o povo, e não ficar rico ou beneficiar as suas empresas com os cargos públicos. Diante dos fatos, caso venha confirmar alguma suspeita, basta tirar o suco de laranja e utilizar na transparência da água mineral para revelar a veracidade dos atos.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

Publicados

em


O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA