há três eleições

Abstenções crescem e 740,8 mil eleitores de MT podem não escolher candidatos em 2022

As abstenções, por outro lado, não pararam de crescer, a expectativa para este ano é de que as abstenções podem chegar a 30%, ou 740,8 mil eleitores

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Política

Foto: Elza Fiúza/ABr

O número de abstenções nas últimas três eleições cresceu 25,9% em Mato Grosso. Em 2016, em um universo de 2,2 milhões de eleitores cerca de 20% se abstiveram da escolha. O número se tornou ainda maior em 2018, quando as abstenções cresceram 22% no comparativo com 2016, enquanto o eleitorado cresceu apenas 2%. Já em 2020, o eleitorado diminuiu e passou de 2.330.281 para 2.317.102. As abstenções, por outro lado, não pararam de crescer. A expectativa, em 2022, é de que as abstenções possam chegar a 30%, ou 740,8 mil eleitores.

Em 2020, dos 2,3 milhões de eleitores, 25,4% (589,4 mil) se abstiveram na votação. Na comparação com 2016 (501,6 mil), o número é 25,9% maior. Já no comparativo entre 2018 e 2020, o crescimento foi mais modesto, de 3%.

Se o número for mantido, isso pode significar que quase 30% dos eleitores mato-grossenses deixarão de escolher candidatos em 2020. O percentual representa mais de 740 mil eleitores.

As estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também revelam que são os homens, que em 2022 representam 49% do eleitorado do Estado, que mais se abstém nas eleições. Em 2016, 18% do eleitorado masculino se absteve, contra 17% das mulheres. Em 2018, as abstenções foram 21% de homens e 20% de mulheres. Em 2022, ambos empataram, com 23% cada.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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