Mato Grosso
Escolas da Capital ainda disponibilizam vagas para ensino fundamental e médio
Mato Grosso
Da Redação.
Mesmo com o término da matrícula web, algumas escolas da rede estadual ainda oferecem vagas e os pais ou responsáveis nem precisam se dirigir à escola – basta fazer uma ligação telefônica e reservar a vaga. É o caso da Escola Estadual Plena Antônio Epaminondas, no bairro da Lixeira.
São vagas das séries finais do ensino fundamental – do 7º, 8º e 9º ano – e todo o ensino médio. O Ensino é integral e o aluno terá, além das disciplinas da base comum, iniciação científica, projeto educacional cultural e prática esportiva.
“Basta ligar para o telefone 3322 2377 e realizar a pré-matrícula”, informa o coordenador da área de linguagem, Jackson Regis.
Para os pais ou responsáveis que procuram vagas para o 6º ano do ensino fundamental, período vespertino, a opção é EE Estadual André Luiz da Silva Reis, no bairro Consil. A escola disponibiliza o whatsapp da escola para fazer a matrícula – 9-9962-8027.
“Temos uma escola centralizada, próximo ao viaduto do CPA, localizado numa área nobre, sem ruas de grandes movimentos. E uma qualidade de ensino que todos conhecem”, destaca o diretor José Romildo Gonçalves.
Caso os pais queiram vagas em outras regiões de Cuiabá, deverão entrar em contato com a Assessoria Pedagógica da Capital pelo telefone 3624-9788 que irá providenciar a vaga.
Foto: GOV-MT
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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