“Traição”
Wellington fez ao PT, com Emanuel e segue para Mauro Mendes
O histórico político de esquerda do senador gerou a incompatibilidade com a base aliada do governador.
Política
Não poderia ser diferente, praticamente uma vida toda como base dos trabalhos desenvolvidos pelo PT, seja na Câmara Federal ou no Senado da República, hoje, as ações promovidas pelo senador, Wellington Fagundes, além de gerar controversas e desconfianças, está sendo repudiada por parte do grupo que vê com “bons olhos”, a “virada de casaca”.
Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, “oportunismo” é no mínimo a palavra mais falada nos bastidores, que estão classificando as ações do senador, já que dados históricos, comprovam que a sua conduta seguia na contramão da linha de atuação do presidente da República, Jair Bolsonaro.
O ato do senador, depois que o presidente ingressou no PL, caiu como efeito “bomba” na ala da esquerda, ainda neste período, quando mais do que nunca, estava contando com apoio de todos aqueles que forma beneficiados na gestão PT.
Para boa parte da militância petista, o ato foi visto não só apenas como oportunista, mas também, como traição, já que hoje é momento de reconstrução do partido, precisando de todos que um dia declararam ser da base, beneficiados assim com a colheita “dos louros”, neste caso, referente ao senador, o PT ficou apenas com a ingratidão, desprezo e abandono.
Outro que foi beneficiado com tal ação, é o prefeito por Cuiabá, Emanuel Pinheiro, que antes tinha um cotidiano de ações conjuntas, eram vistos dividindo palanques em lançamento e entregas de obras, mas hoje, o tal senador que de tanto aproveitar os holofotes da cuiabania, decidiu sair de cena, optando pelo palanque do governador.

Foto: Secom-CBA
Por falar em palanque, nos últimos dias as discussões ficaram mais quentes que “Cuiabá em mês de agosto”, lutando para a exclusividade de apenas um candidato ao Senado ao lado do governador, assim seja, nos últimos dias, foi publicado na imprensa, que a luta da deputada, Janaina Riva juntamente com Wellington Fagundes surtiu efeito, o senador terá o espaço só para ele, mas será que eles conseguiram combinar com base do governo, os militantes do União Brasil e principalmente, com o povo, existem situações que não descem “goela abaixo”.

Foto: Edson Aguiar/Olivre
Uma situação criada, que já está gerando complicações para os caminhos da corrida eleitoral de Wellington Fagundes, que agora está sem o PT, trocou Emanuel, e a crescente incompatibilidade política com o grupo do Mauro leva o senador, para o caminho solitário, isolado. Pelo que tudo indica, a história do carma de que o mundo da volta é real, de tanto fez, que irá colher o que plantou.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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