“Dia 05 de agosto”

Encontro marcado entre os políticos de Mato Grosso

Obediência ou estratégia, depois que o União Brasil divulgou a data da convenção, muitos seguem o mesmo caminho.

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Política

Foto: TRE-MT

Uns dizem que é por falta de homem, outros por falta de mulher, mas na realidade o fato em questão passa pela divisão dos recursos partidários, tempo em televisão e nos rádios.

Como dizem os especialistas que acompanham o cotidiano na política do estado de Mato Grosso, nem tudo que parece ser, é. Enquanto muitos demonstram interesses em fazer parte de determinado grupo, refletindo a imagem de que busca por ideais, projetos e propostas de trabalho, seguindo em direção das necessidades do povo, os espectadores mais atentos, já notaram que praticamente uma “cortina de fumaça”, foi implantada, para ao menos deixar discreta as ações de muitos agentes político.

Hoje, “um verdadeiro salve-se quem puder” é a modalidade mais utilizada no cenário da corrida eleitoral, com poucas exceções nos casos daqueles que conseguiram organizar grupo político, realizar e tornar público seus trabalhos, viabilizou condições financeiras e potencializou a densidade eleitoral.

Aqueles que não possuem os requisitos exigidos, para encarar uma corrida em alto nível, o momento de encontrar uma vaga está se esgotando, pelo que tudo indica, dia 05 de agosto é a data limite.

 “Fundo partidário irá movimentar milhões no estado de Mato Grosso”.

Nos últimos dias, bastaram os dirigentes do partido União Brasil anunciar a data da convenção, que o “corre, corre” foi aditivado, sendo que tinha siglas com tudo organizado, mas mudaram as datas dos eventos, ainda não se sabe porque causa, circunstância ou razão.

Segundo informações de fontes nos bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, os interesses de alguns em se manter ou ingressar na vida pública, sem tirar um real do bolso, pelo contrário, conseguir sair da campanha com saldo positivo, está acima de qualquer conduta ética e moral partidária, o que move as ações, sejam em formato de obediência ou estratégia, em busca de conseguir os melhores lugares e caminhos, rumo as vitórias nas urnas.

“Os fins justificam os meios”…

 

 

 

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Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

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O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



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