"LEVANTAMENTO DO G1"
88% das promessas de Mauro Mendes já foram ou estão sendo cumpridas
Governador destacou que muitas ações não prometidas também estão em andamento
Política
O governador Mauro Mendes cumpriu ou está em fase de execução de 88% das promessas que fez na campanha eleitoral de 2018.
O levantamento foi feito pelo portal de notícias G1, e divulgado nesta quarta-feira (27.07).
Entre as principais promessas cumpridas estão o pagamento dos servidores e fornecedores em dia; redução do ICMS do óleo diesel; melhoria na infraestrutura das escolas com a retomada de obras paradas; e o repasse em dia aos municípios das verbas para a Saúde.
“Sempre digo que não sou de prometer, mas de fazer compromissos. Nós pegamos um estado quebrado, devendo para todo mundo e com centenas de obras paradas. Conseguimos consertar e colocamos em campo o maior programa de investimentos da história”, afirmou o governador, que é pré-candidato à reeleição.
Mauro Mendes apontou que o Governo tem feito muitas ações que sequer foram prometidas, mas que já estão sendo entregues para beneficiar a população.
“Não prometi construir quatro hospitais regionais nem retomar a obra do Hospital Central, mas estamos fazendo. Não prometi entregar lâmpadas de LED para iluminar 100% dos municípios, mas estamos fazendo. Não prometi 2500 km de asfalto novo, nem reduzir ou cortar mais de 140 impostos, tampouco criar um auxílio social que ajuda 100 mil famílias a colocar comida na mesa. Mas estamos fazendo porque criamos as condições para poder fazer e o que a população quer saber é de resultado”, citou.
Confira as promessas já cumpridas ou em execução, conforme o levantamento do G1:
– Pagar servidores, fornecedores, poderes e repasses obrigatórios em dia
– Criar um programa de desburocratização, simplificação da legislação tributária e ambiental
– Implantar Previdência Complementar para os novos servidores e opcional para os servidores nomeados
– Reduzir carga tributária sobre o óleo diesel
– Oferecer pós-graduação e bolsas de estudos a professores
– Implantar um programa de apoio à construção e implantação de Planos e Sistema Municipais de Cultura
– Criar programa para melhorias na infraestrutura das escolas e retomar e finalizar obras paralisadas
– Implantar o Plano Estadual de Esporte e Lazer
– Implantar um programa de pavimentação urbana e de sinalização
– Pavimentar, recuperar e realizar a manutenção de rodovias estaduais com recursos do Fethab e fazer uma Parceria Público-Privada (PPP)
– Retomar obras do Hospital Universitário Júlio Müller
– Repassar em dia recursos aos municípios para a saúde
– Criar o programa Tolerância Zero
– Instituir o Observatório Estadual da Violência
– Criar o Disque Denúncia exclusivo para o combate ao tráfico de drogas
– Implantar um programa para melhorar os pontos turísticos
– Cortar cargos comissionados e extinguir secretarias
– Ampliar as exportações em quantidade, diversificação e valor agregado dos produtos
– Criar o Conselho de Segurança Escolar
– Pagar a RGA aos servidores da educação e cumprir o previsto na Lei Orgânica dos Profissionais da Educação
– Concluir obras de casas populares que estão paradas e investir o dinheiro do Fethab em habitação
– Concluir as obras previstas para a Copa de 2014
– Concluir as obras rodoviárias, paralisadas ou em andamento em MT
– Criar um consórcio para a compra de medicamentos
Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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