"Infraestrutura"
Kalil e Hazama lançam obras de pavimentação nos bairros Vila Arthur e Jardim Glória II
As obras integram o pacote de infraestrutura assinado há menos de 30 dias – em 29 de junho – com o Governo do Estado de Mato Grosso, emendas parlamentares estaduais e federais, e contrapartida do Município, no total de R$ 40,3 milhões, que pavimentarão 25,1 km em nove bairros da cidade.
Política
O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, e o vice-prefeito, José Hazama, lançaram na tarde desta terça-feira, 26 de julho, as obras de drenagem, rede água, meio-fio, pavimentação asfáltica e sinalização de cinco ruas do bairro Jardim Glória II e Vila Arthur. A extensão de 1 km de asfalto novo contemplando as ruas da Índia, da Indonésia, Tailândia e Rosário Oeste. As obras integram o pacote de infraestrutura assinado há menos de 30 dias – em 29 de junho – com o Governo do Estado de Mato Grosso, emendas parlamentares estaduais e federais, e contrapartida do Município, no total de R$ 40,3 milhões, que pavimentarão 25,1 km em nove bairros da cidade.
“Assim que assinamos o convênio com o Governo do Estado ou recebemos as emendas parlamentares, prontamente iniciamos os processos para dar início às obras. Sabemos o quanto é importante ter as máquinas transformando essas ruas de terra em asfalto novo. Entendemos a ansiedade da população de querer ver a rede de abastecimento de água e o tão sonhado asfalto passando em frente às residências. Vale ressaltar que fiscalizamos o processo em todas as suas etapas, do início à entrega do serviço público para garantirmos a qualidade”, declarou o prefeito Kalil Baracat durante o lançamento.
O secretário de Viação, Obras e Urbanismo, Luiz Celso de Moraes, lembrou que o asfaltamento da Tailândia no bairro Vila Arthur, assim como as demais ruas que serão pavimentadas no bairro, é uma promessa de campanha do prefeito Kalil Baracat. “Vamos acabar com a lama, os buracos e a poeira em toda essa região. As obras alcançarão, além do Jardim Glória II e Vila Arthur, os bairros Pirineu, Capão do Pequi, Eldorado, Cidade de Deus, Jardim Glória I, Jardim Alá, Jardim Paiaguás e Alto da Bela Vista, com prazo de 365 dias previstos para conclusão”, citou o secretário Luiz Celso de Moraes.
Para a professora aposentada, Lourdes Bueno de Almeida Barros, a indicação do asfalto no bairro data de 2018 da vereadora Gisa Barros e vem em ótima hora. “Fico muito feliz em ver essa comunidade contemplada. Trabalhei mais de 32 anos na Rede Municipal de Ensino e via os alunos chegarem com os sapatos e chinelos cheios de lama, o caderno sujo de barro. Todas essas famílias merecem essa melhoria”, citou.
Sebastião Pereira de Almeida, presidente do bairro Vila Arthur, cita que a comunidade possui cerca de 3,6 mil pessoas, com a conclusão das obras de asfalto o bairro ficará 100% pavimentado. “Aqui é um lugar muito bom para se morar, tranquilo. Moro aqui há mais de 40 anos. O asfalto era o que precisávamos para ter qualidade de vida, para nossas crianças poderem brincar nas ruas e acabar com a poeira e lama”, pontuou a aposentada Maria Judite, moradora da rua Tailândia.
Ansioso para refazer sua calçada, agora com meio-fio, rede de água e asfalto, o também aposentado João Fortunato, espera com o asfalto novo valorizar o bairro e seu imóvel. “Eu vendo espetinhos em frente de casa para complementar a renda. O asfalto representa valorização dos nossos imóveis, segurança, e até mesmo a limpeza e a higiene”, declarou.
Rosalvo Ribeiro, morador há 46 anos da rua Tailândia na Vila Arthur, acredita que o asfalto trará melhora para todos da comunidade. “É só alegria, esperamos há muito tempo por esse asfalto. Vou ter que refazer minha calçada que já tem uns 20 anos, mas estou contente assim mesmo. Com certeza todos nós aqui do bairro estamos”, disse.
Política
Eleições 2026: quem fica, quem sai e quem concorre ao Senado
Nas eleições de 4 de outubro, 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa. São duas vagas por estado e pelo Distrito Federal. Entre os atuais ocupantes dessas cadeiras, 32 tentam a reeleição, 9 participam das eleições concorrendo a outros cargos ou como suplentes e 13 não são candidatos. As outras 27 cadeiras não estão em disputa neste ano.
A renovação ocorre dessa forma porque o mandato de senador dura oito anos. A cada quatro anos, as eleições alternam a escolha de um terço e de dois terços dos integrantes da Casa. Em 2022, foi escolhido um senador por unidade da Federação.
Neste ano, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado. Os dois mais votados em cada estado e no Distrito Federal serão eleitos, sem segundo turno.
Quem disputa as cadeiras em 2026
Entre os 54 senadores com mandato até janeiro de 2027, 41 participam das eleições deste ano. Desse total, 32 tentam a reeleição para o Senado. Outros nove concorrem a cargos diferentes ou integram, como suplentes, chapas de candidatos ao Senado.
Tentam a reeleição para o Senado, em ordem alfabética: 
- Alessandro Vieira (MDB-SE);
- Angelo Coronel (Republicanos-BA);
- Carlos Fávaro (PSD-MT);
- Carlos Portinho (PL-RJ);
- Carlos Viana (PSD-MG);
- Chico Rodrigues (PSB-RR);
- Cid Gomes (PSB-CE);
- Ciro Nogueira (PP-PI);
- Eduardo Braga (MDB-AM);
- Eduardo Gomes (PL-TO);
- Eliziane Gama (PSD-MA);
- Esperidião Amin (PP-SC);
- Fabiano Contarato (PT-ES);
- Humberto Costa (PT-PE);
- Jaques Wagner (PT-BA);
- Leila Barros (PDT-DF);
- Lucas Barreto (PSD-AP);
- Marcelo Castro (MDB-PI);
- Marcio Bittar (PL-AC);
- Marcos do Val (Avante-ES);
- Plínio Valério (PSDB-AM);
- Randolfe Rodrigues (PT-AP);
- Renan Calheiros (MDB-AL);
- Rogério Carvalho (PT-SE);
- Sérgio Petecão (PSD-AC);
- Soraya Thronicke (PSB-MS);
- Styvenson Valentim (Podemos-RN);
- Vanderlan Cardoso (PSD-GO);
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB);
- Weverton (PDT-MA);
- Zenaide Maia (PSD-RN); e
- Zequinha Marinho (Podemos-PA).
Disputam outros cargos ou participam das chapas como suplentes:
- Daniella Ribeiro (PP-PB) — candidata a primeira suplente de Nabor Wanderley na disputa pelo Senado;
- Dra. Eudocia (PSDB-AL) — candidata a primeira suplente de Marina JHC na disputa pelo Senado;
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — candidato a presidente da República;
- Izalci Lucas (PL-DF) — candidato a deputado federal;
- Jader Barbalho (MDB-PA) — candidato a primeiro suplente de Helder Barbalho na disputa pelo Senado;
- Mara Gabrilli (PSD-SP) — candidata a deputada estadual;
- Marcos Rogério (PL-RO) — candidato a governador de Rondônia;
- Nelsinho Trad (PSD-MS) — candidato a primeiro suplente de Reinaldo Azambuja na disputa pelo Senado;
- Roberta Acioly (Republicanos-RR) — candidata a deputada federal.
Não disputam as eleições
Outros 13 senadores com mandato até janeiro de 2027 não concorrem a nenhum cargo nas eleições deste ano e, independentemente do resultado das urnas, não permanecem no Senado a partir de 2027.
Entre eles está Rodrigo Pacheco. O senador foi indicado para ocupar uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), aberta com a saída de Bruno Dantas. A indicação já foi aprovada pelo Senado e pela Câmara dos Deputados e segue para promulgação pelo Congresso Nacional.
Já Fernando Dueire, Giordano e Ivete da Silveira chegaram ao Senado como suplentes, mas assumiram definitivamente as respectivas vagas durante o mandato. Sargento Reginauro exerce atualmente o mandato como suplente de Eduardo Girão (Novo-CE). Os outros nove são titulares.
Em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, os dois atuais ocupantes das cadeiras em disputa não concorrem à reeleição e, portanto, serão substituídos em 2027. No Paraná, Flávio Arns e Oriovisto Guimarães não concorrem. No Rio Grande do Sul, Luis Carlos Heinze e Paulo Paim também não disputam as eleições. Em São Paulo, Giordano não é candidato e Mara Gabrilli concorre a deputada estadual.
Cadeiras que não estão em disputa
Um terço das cadeiras do Senado não está em disputa nas eleições deste ano. São as 27 preenchidas na eleição de 2022, cujos mandatos vão até janeiro de 2031. Isso não significa, porém, que todos esses senadores estejam fora da disputa eleitoral.
Entre os 27, nove concorrem a governos estaduais em 2026:
- Alan Rick (Republicanos), no Acre;
- Cleitinho (Republicanos), em Minas Gerais;
- Efraim Filho (PL), na Paraíba;
- Omar Aziz (PSD), no Amazonas;
- Professora Dorinha Seabra (União), no Tocantins;
- Renan Filho (MDB), em Alagoas;
- Sergio Moro (PL), no Paraná;
- Wellington Fagundes (PL), em Mato Grosso; e
- Wilder Morais (PL), em Goiás.
Como os mandatos desses senadores vão até 2031, uma eventual derrota na disputa pelos governos estaduais não encerra sua atuação no Senado. A eleição de 2026 define as outras duas cadeiras de cada unidade da Federação.
Os 27 senadores com mandato até 2031, por unidade da Federação, são:
- Acre — Alan Rick (Republicanos), candidato a governador;
- Alagoas — Renan Filho (MDB), candidato a governador;
- Amapá — Davi Alcolumbre (União);
- Amazonas — Omar Aziz (PSD), candidato a governador;
- Bahia — Otto Alencar (PSD);
- Ceará — Camilo Santana (PT);
- Distrito Federal — Damares Alves (Republicanos);
- Espírito Santo — Magno Malta (PL);
- Goiás — Wilder Morais (PL), candidato a governador;
- Maranhão — Lourdinha Pereira (PSB);
- Mato Grosso — Wellington Fagundes (PL), candidato a governador;
- Mato Grosso do Sul — Tereza Cristina (PP);
- Minas Gerais — Cleitinho (Republicanos), candidato a governador;
- Pará — Beto Faro (PT);
- Paraíba — Efraim Filho (PL), candidato a governador;
- Paraná — Sergio Moro (PL), candidato a governador;
- Pernambuco — Teresa Leitão (PT);
- Piauí — Jussara Lima (PSD);
- Rio de Janeiro — Romário (PL);
- Rio Grande do Norte — Rogerio Marinho (PL);
- Rio Grande do Sul — Hamilton Mourão (Republicanos);
- Rondônia — Jaime Bagattoli (PL);
- Roraima — Dr. Hiran (PP);
- Santa Catarina — Jorge Seif (PL);
- São Paulo — Astronauta Marcos Pontes (PL);
- Sergipe — Laércio Oliveira (PP); e
- Tocantins — Professora Dorinha Seabra (União), candidata a governadora.
Assim, antes mesmo da apuração, já é possível saber que haverá mudanças na composição do Senado em 2027. Pelo menos 22 dos atuais ocupantes das 54 cadeiras em disputa não permanecerão como titulares — os 13 que não são candidatos e os nove que disputam outros cargos ou participam como suplentes.
O número de mudanças poderá ser maior, a depender do desempenho nas urnas dos 32 senadores que buscam a reeleição.
Além disso, a eleição para governador poderá alterar temporariamente a ocupação de algumas das 27 cadeiras que não estão em disputa, caso senadores sejam eleitos para o Executivo estadual.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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