“União”

Palanque aberto começou ser implantado em Poconé

Lideranças de vários partidos participaram de evento político, demonstrando que tem espaço para todos

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

O que vem sendo uma discussão calorosa nos bastidores e amena para população, a utilização do “modelo palanque aberto”, (quando agentes políticos de partidos distintos utilizam do mesmo espaço) vem gerando muitas controversas, já alguns descontentes esperavam por exclusividade (olho gordo, cainha, egoísta e mimado), outros aguardavam pela oportunidade de trabalhar no coletivo (dividir, compartilhar, pluralidade) para apresentar suas propostas.

Seguindo na contramão daqueles que estão trabalhando para ter os “holofotes” apontados apenas para si, lideranças do PP; União Brasil; PTB; PSDB; MDB e PSB, mostraram que é possível trabalhar com respeito, apresentando para sociedade a coletividade dos agentes políticos, com seus nomes, projetos, propostas em condições de ouvir, interagir e trabalhar pelo povo.

Assim, ocorreu quando o deputado federal, e pré-candidato ao Senado da República, Neri Geller foi visitar os serviços das obras, realizada com recursos destinados através de emendas, fruto do seu trabalho na Câmara Federal para melhorar as condições de vida da população de Poconé, onde foi surpreendido por lideranças como o prefeito, Tata Amaral, e os onze (11) vereadores do município, que na oportunidade fizeram questão de declarar apoio ao projeto de Neri rumo ao Senado.

Além das lideranças locais, o evento também contou com a presença do senador em exercício, Fábio Garcia (UB), pré-candidato a deputado federal, e do deputado e primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, Max Russi.

O destaque do encontro foi que todos participaram do evento, independente de sigla partidária, mostrando que é sim possível o compartilhamento do mesmo espaço, utilizando do respeito como a base do exercício democrático, para que o povo tenha melhores condições de optar, por aqueles que apresentarem em melhores condições através de suas propostas.

Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o palanque aberto é referência de saldo positivo para aqueles que ainda possuem condições de ascensão, os que estão em via de crescimento, já para quem atingiu o teto, e segue a “ribanceira abaixo”, a exclusividade no palanque seria para manter o que tem e impedir o crescimento dos adversários.

Pelo que tudo indica, para aquele que estava contando com a exclusividade no palanque para vencer as eleições, é melhor mudar de estratégia para não ver o fim de uma era na vida pública no estado de Mato Grosso. “A mamata vai acabar”.

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Max Russi reúne multidão em lançamento e ganha projeção para 2030

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O deputado estadual Max Russi (Podemos) deu a largada oficial à campanha pela reeleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso em um ato que reuniu mais de 5 mil pessoas na noite de quarta-feira (9), na Musiva, em Cuiabá. O evento reuniu apoiadores de diversas regiões do Estado e também importantes lideranças políticas.

Atual presidente da Assembleia Legislativa, Max teve ao seu lado no palanque o ex-governador Mauro Mendes (União) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que disputa uma das duas vagas de Mato Grosso ao Senado. A presença dos dois reforçou o peso político do evento e a articulação construída em torno da candidatura do parlamentar.

Durante o discurso, Janaina lembrou que Max chegou a ser cotado para disputar o Governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. “Neste ano, o Max Russi seria o governador de Mato Grosso. Não deu para ser dessa vez”, afirmou.

A deputada, porém, já projetou o futuro político do aliado e declarou esperar que ele entre na disputa pelo Palácio Paiaguás em 2030. “Eu sei que Deus vai me abençoar com o apoio de vocês, eu serei senadora e, em 2030, Max, eu vou estar aqui para te ver governador de Mato Grosso”, disse Janaina.

Além da projeção para a próxima eleição estadual, Janaina também sinalizou apoio à permanência de Max no comando da Assembleia. Ela afirmou que, caso o MDB consiga eleger quatro ou cinco deputados estaduais, a bancada deverá apoiar Russi para continuar na presidência da Casa. “Se nós elegermos quatro, cinco estaduais, todos vão votar no Max para presidente da Assembleia Legislativa”, declarou.

Max foi eleito presidente da ALMT para o biênio 2025-2027. Para continuar à frente do Legislativo, entretanto, precisará primeiro renovar o mandato nas urnas e, posteriormente, construir maioria entre os deputados eleitos para a próxima legislatura.

Com a Musiva lotada e a presença de aliados de diferentes regiões, o lançamento consolidou a largada eleitoral de Max Russi e também expôs um movimento político que vai além de 2026, com aliados já colocando o deputado entre os nomes que podem disputar o Governo de Mato Grosso em 2030.



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