"Oportunidade"
Parceria entre Senac-MT e Prefeitura de Cuiabá irá garantir 1,2 mil vagas gratuitas em cursos de qualificação
Segundo o diretor regional do Senac-MT, Carlos Rissato, serão abertas 60 turmas presenciais, com 20 vagas cada, para seis cursos destinados à população de baixa renda.
Economia
O Sistema Fecomércio-MT, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Mato Grosso (Senac-MT), em parceria com a Prefeitura de Cuiabá, irá oferecer 1,2 mil vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional, por meio do Programa ‘Qualifica Mulher’. O contrato de execução será assinado nesta quinta-feira (21), às 14h30, no Sesc Arsenal.
Segundo o diretor regional do Senac-MT, Carlos Rissato, serão abertas 60 turmas presenciais, com 20 vagas cada, para seis cursos destinados à população de baixa renda. “As vagas deverão ser preenchidas ainda este ano, nas áreas de produção de alimentos, beleza e estética. O intuito dessa parceria é garantir formação profissional e oportunidades de renda e autonomia financeira às mulheres cuiabanas”, informa ele.
Com carga horária total de 40 horas, serão abertas 12 turmas para os cursos de ‘Produção de Pães Doces e Salgados’ (240 vagas), 12 turmas para ‘Preparação de Bolos e Tortas’ (240 vagas), 12 turmas de ‘Design de Sobrancelhas e Depilação Egípcia’ (240 vagas), 12 turmas de ‘Noções das Técnicas de Manicure e Pedicure’ (240 vagas) e duas turmas para o ‘Curso Básico de Escova de Cabelo’ (40 vagas). E com carga horária de 50 horas-aula, dez turmas para formação em ‘Técnicas de Depilação’ (200 vagas).
‘Qualifica’
Idealizado pela primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, que estará presente no evento de assinatura, o programa é uma das principais políticas sociais do Poder Executivo municipal e oportuniza a centenas de pessoas, a partir dos 16 anos, a profissionalização em cursos com grande abrangência no mercado de trabalho. Os cursos são totalmente gratuitos. Implantado na gestão em 2018, o ‘Qualifica’ pretende formar 10 mil pessoas até o final de 2024.
Economia
Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral
O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
Principais números
- Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
- Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
- Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
- Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters
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