“PSB + PT= Melancia”

Imposição do nacional seguiria em rota de colisão com Natasha

A interferência das lideranças das siglas no cenário nacional deverá beneficiar o principal concorrente em Mato Grosso.

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

Que o final de semana foi agitado nos bastidores da política, no estado de Mato Grosso, isso é fato, mas que as supostas manobras das principais lideranças dos partidos, como neste no exemplo: PT e PSB nacional, já estariam influenciando na “terra de Rondon”, muda a tendência, ainda mais quando a movimentação segue “contra o vento”.

Segundo informações de bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, hoje, a disputa que estaria sofrendo interferência envolve três nomes, sendo: senador, Wellington Fagundes (PL), deputado federal, Neri Geller (PP) e da médica, Natasha Slhessarenko (PSB), ambos disputando uma vaga para o Senado da República.

O “Aracuã do Pantanal”, cantou na manhã desta segunda-feira, informando que o cenário é bem distinto, sendo que para Wellington detentor do mandato, a manutenção do “teto” das intenções de votos, o manteria no cargo, contando com a instabilidade das movimentações do deputado federal, Neri Geller, que de momento tem que aguardar o resultado da troca de grupo, antes era da base do presidente Jair Bolsonaro, e hoje, segue rumo na estrada do ex-presidente, Lula da Silva. Porém, tem a pré-candidata Natasha, que poderá interferir nos planos de Wellington, caso a corrida eleitoral siga o mesmo ritmo.

“Neste momento, a interferência do nacional, inviabilizando a candidatura de Natasha para apoiar Neri, estaria acertando em cheio as previsões e atendendo os anseios de Wellington”.

Pelo que tudo indica, hoje, não precisa ser nenhum cientista político para verificar que a corrida eleitoral para o Senado está da seguinte forma:

1 – Chegou no teto e estagnou.

2 – As mudanças causaram instabilidade e aguarda por resultados.

3 – É desconhecida na maioria da região, porém cresce em ritmo lento.

“Reza a lenda, que o caminhão de melancia, no decorrer da viagem, as peças vão se encaixando, mas neste caso, a adversidade do peso de um único exemplar, mostra que tanto para Lula, como Bolsonaro e outras lideranças das siglas, o limite já foi extrapolado, repugnando esta persona non grata pesada demais”.

Seguindo neste rumo, caso venha a imposição dos caciques, a tendência mostra a fórmula de mais com menos, sem a teoria do ganha e ganha, pelo contrário, beneficiando diretamente o concorrente de Neri e Natasha. Como os caciques devem estar tomando decisões apenas do ouvem, já que não vivenciam o cotidiano da política regional, Wellington deve estar batendo palmas e agradecendo pelo presente dos supostos adversários do nacional.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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