"Preventivo"
Atendimento presencial nas unidades do Detran-MT é realizado somente com agendamento
Para agendamento, o cidadão deverá escolher o menu e preencher o formulário com todos os dados solicitados como o nome completo, CPF, número de telefone fixo ou celular e e-mail para contato.
Economia
O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) reforça aos cidadãos que para realizar os serviços presenciais nas unidades do órgão é necessário fazer o agendamento prévio pelo site: www.detran.mt.gov.br.
Na página principal, a opção de agendamento está disponível na tela em um banner de cor azul. Basta clicar e será direcionado aos menus para agendamento de serviços, agendamento exclusivo para pessoas surdas, consultas e cancelamento do agendamento.
Para agendamento, o cidadão deverá escolher o menu e preencher o formulário com todos os dados solicitados como o nome completo, CPF, número de telefone fixo ou celular e e-mail para contato. Após esta etapa, deve escolher a unidade, data, horário, o serviço a ser realizado e agendar o atendimento.
Caso o cidadão precise desmarcar o horário agendado, basta clicar na opção “excluir” e uma nova página será gerada, solicitando o CPF e o número de telefone do usuário. Depois, deve selecionar “listar agendamento” para posteriormente finalizar a exclusão.
Serviços que são feitos de forma presencial: abertura do processo para primeira CNH, mudança e adição de categoria da habilitação, processo de transferência de CNH de outro Estado, registro de estrangeiro, alteração de dados cadastrais (nome, nome de mãe, número de CPF) que precisam ser informados à Senatran, coleta de imagem, além da vistoria veicular, comunicação de venda, alteração de característica do veículo, regravação e substituição de motor, regravação de chassi, recurso de defesa e Jari.
Unidades
O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso possui unidades para atendimento em Cuiabá e Várzea Grande, além de 62 Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretran) distribuídas no interior do Estado. Para saber sobre as unidades, horário de funcionamento e endereços.
Mais informações: (65) 3615-4800 ou pelo e-mail: disquedetran@detran.mt.gov.br.
Economia
Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral
O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
Principais números
- Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
- Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
- Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
- Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters
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