“Manda quem pode”

União Brasil sem PP e PSD rumo as eleições 2022 em Mato Grosso

“Amigos, amigos, negócios à parte”, assim, é a tendência das movimentações das peças na corrida eleitoral

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Política

Foto: Divulgação/Facebook

Muitos falam daqueles que estavam presentes, debatendo os próximos passos na corrida eleitoral no estado de Mato Grosso, em uma reunião promovida pelas principais lideranças do partido União Brasil, e seus aliados, porém algumas ausências, ou presença esporádica, demonstraram que nem tudo é o que parece, pelo contrário, “algo de errado, não está certo”.

Pelo que tudo indica, boa parte da base aliada ao governo do estado, compareceu na reunião, seguindo as diretrizes do comandante do Palácio Paiaguás, mas por outro lado, segundo informações de fontes ligada aos políticos, nem tudo saiu como esperado, já os integrantes do PP e PSD, quando compareceram, não compactuaram com as propostas apresentadas, seguindo outros caminhos, ainda não sabe porque causa, circunstância ou razão.

Pelo que tudo indica, o União Brasil em Mato Grosso segue irrestritamente apenas com o PSB, do deputado Max Russi pré-candidato a reeleição, apoiando a pré-candidatura da Dr. Natasha Slhessarenko ao Senado da República, já que o MDB, mesmo contado com algumas lideranças, entre elas a deputada estadual, Janaina Riva e o deputado federal, Carlos Bezerra, existe por exemplo, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, que vai contra este projeto.

As informações de fontes dos bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o PP e o PSD, representando o “AGRO” em Mato Grosso, possuem interesses que vão muito além do que seguir os caminhos de “coadjuvantes”.

Pelo que tudo indica, o teor de uma cartilha não está indo de encontro com os interesses da partitura do “maestro”, ou tudo não passa de uma “cortina de fumaça” e “balão de ensaio”, do contrário, se não for na palma da mão daquele que sabe, o embate promete ser embalado por “labaredas” com duras punições aos revoltosos.

Como diz o “Aracuã do Pantanal”, ainda há muito por acontecer até o período das convenções.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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